Agravamento da seca extrema em Portugal continental no final do junho

Mais de um quarto do território estava no final de junho em seca extrema (28,4%), verificando-se um aumento em na região Sul e em alguns locais do interior Norte e Centro.

Agravamento da seca extrema em Portugal continental no final do junho

Agravamento da seca extrema em Portugal continental no final do junho

Mais de um quarto do território estava no final de junho em seca extrema (28,4%), verificando-se um aumento em na região Sul e em alguns locais do interior Norte e Centro.

Mais de um quarto do território do continente estava no final de junho em seca extrema (28,4%), verificando-se um aumento em particular na região Sul e em alguns locais do interior Norte e Centro, segundo o IPMA. O restante território estava em seca severa (67,9%) e seca moderada (3,7%). No último dia do mês de maio, 97,1% do território estava em seca severa, 1,5 em seca moderada e 1,4 em seca extrema. Numa comparação com outros anos de seca, disponibilizada no boletim climatológico, verifica-se que no final do mês de junho dos anos de 2012 e de 2005 havia 56% e 64% de seca extrema, respetivamente. O instituto classifica em nove classes o índice meteorológico de seca, que varia entre “chuva extrema” e “seca extrema”.

Dois distritos sob aviso laranja e 16 a amarelo por causa do tempo quente
Lisboa e Leiria estão a partir de hoje sob aviso laranja e os restantes 16 distritos de Portugal continental a amarelo por causa do tempo quente, prevendo-se um agravamento para os próximos dias, segundo IPMA (… continue a ler aqui)

Além do índice de seca, o Boletim Climatológico do IPMA indica que o mês de junho classificou-se como quente e seco. Os valores médios da temperatura média, da máxima e da mínima foram em junho superiores ao normal. O IPMA adianta também no relatório que o valor médio da quantidade de precipitação em junho, 22,1 milímetros, foi inferior ao valor normal 1971-2000, correspondendo a 69 %. No final de junho os valores de percentagem de água no solo continuavam muito baixos em todo o território e em especial na região interior Norte e Centro, no vale do Tejo, Alentejo e Algarve.

O IPMA adianta também no relatório que o valor médio da quantidade de precipitação em junho, 22,1 milímetros, foi inferior ao valor normal 1971-2000

“De realçar os distritos de Bragança, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Setúbal, Beja e Faro com valores inferiores a 10 % e em muito locais iguais ao ponto de emurchecimento permanente”, destaca o IPMA.

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