A comovente reacção dos pais de Julen ao resultado da autópsia definitiva

Julen morreu nos primeiros minutos depois da queda. É um alívio para os pais, saberem que o menino não sofreu.

A comovente reacção dos pais de Julen ao resultado da autópsia definitiva

Julen morreu nos primeiros minutos depois da queda. É um alívio para os pais, saberem que o menino não sofreu.

A autópsia definitiva feita ao corpo de Julen foi divulgada e revela que o menino, que no dia 13 de janeiro, caiu num poço, em Málaga, morreu «poucos minutos» depois da queda. Para os pais, tal facto é um alívio, ainda que lidem diariamente com a dor.

«É um alívio saber que o meu menino não sofreu», admite José Roselló. Tanto ele como a mulher, Victoria García, abriram o coração numa entrevista concedida ao canal Sur Televisión.

A autópsia definitiva deixa assim de parte a teoria de que o menino poderia ter morrido devido ao impacto das picaretas, uma teoria colocada pela defesa do dono do terreno onde o pequeno Julen caiu no poço.

Sobre esse homem, David Serrano, que é primo de Victoria, o casal diz que nunca o apoiou e que não o fará agora. Asseguram que não têm com ele qualquer tipo de relação.

Serrano está a ser investigado no caso e pode até ser condenado por homicídio negligente. Roselló deixou claro que o homem tem «direito a defender-se de qualquer maneira, mas não estamos de acordo que o seu advogado digo que o apoiávamos quando não era verdade». Serrano tem vindo a defender a sua inocência mas os pais do pequeno Julen garantem que vão continuar a batalha legal. «Queremos que se resolva tudo», diz, assegurando que ele a mulher vão seguir todos os passos que a advogada quiser seguir.

A advogada, Antonia Barba, disse à Europa Press não estar surpresa com os resultados da autópsia.

Dono de terreno onde Julen morreu já foi detido seis vezes

Segundo conta o El Español, David Serrano Alcaide, primo da mãe da criança de dois anos e meio que morreu depois de cair no poço a 13 de janeiro, tem 35 anos e já foi detido em seis ocasiões mas em nenhuma delas foi preso. O registo criminal do homem fica manchado pela primeira vez em 2006, acusado de estar envolvido num caso de maus tratos. Nesse mesmo ano, foi preso por quebrar as medidas de coação impostas.

Nos anos que se seguiram, existem acusações por roubo com violência, tráfico de drogas ou ameaças.

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