7 factos que pode não saber sobre a pena de morte

Abolida em Portugal desde 1867, a pena de morte ainda é permitida em vários países, como por exemplo Ilha Formosa, Singapura, Japão e Estados Unidos.

7 factos que pode não saber sobre a pena de morte

Abolida em Portugal desde 1867, a pena de morte ainda é permitida em vários países, como por exemplo Ilha Formosa, Singapura, Japão e Estados Unidos.

Portugal foi o primeiro país soberano europeu a abolir a pena de morte. Foi no reinado de Carlos I, ‘O Diplomata’, que a pena capital deixou de ser exercida.

No entanto, a sentença de morte continua aplicada em países como, por exemplo, o Japão ou Singapura e até alguns estados dos Estados Unidos da América e existem alguns factos sobre a pena de morte que o podem chocar.

 

1 – Formas de cumprir a pena

Existem várias formas de levar a cabo a pena de morte. Em alguns estados, o criminoso pode escolher a forma como quer morrer. Injecção letal, câmara de gás, electrocussão, pelotão de fuzilamento e forca são alguns dos métodos que podem ser utilizados.

2 – Leis Britânicas Ultramarinas

O Reino Unido tem territórios coloniais espalhados por todo o globo. Durante séculos, as leis britânicas tinham no total 222 crimes passíveis de serem punidos com a pena de morte. Por exemplo, matar um coelho era o suficiente para ser condenado à pena capital.

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3- Legislador Draco

A palavra ‘draconiano’ faz parte do léxico português e é normalmente usado para descrever algo extremamente bruto ou injusto. A palavra deriva do legislador grego Draco que, na Grécia Antiga, criou leis pesadas para punir vários tipos de crime e onde a sentença era a morte.

4 – Erros no processo

Num período de 200 anos, entre 1810 e 2010,  mais de 8750 execuções tiveram problemas e não foram executadas com sucesso.  Corpos electrocutados que se incendiaram,  enforcamentos que passaram a decapitações e injecções letais que não cumpriram o seu papel, tudo pode falhar e ainda piorar uma situação já angustiante para quem assiste.

5 – Racismo ainda impera

Estudos realizados revelam que é muito mais provável que alguém seja condenado à sentença capital por ter assassinado uma pessoa branca do que de outra cor.

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6 – Penas de morte adiadas

Esta é uma daquelas situações insólitas que parece sair de um filme de Hollywood. O americano Romell Broom foi condenado à morte por ter violado e assassinado uma menor de 14 anos. Na execução da sentença, que ia ser feita através de uma injecção letal mas, durante duas horas os funcionários da prisão tentaram encontrar uma veia para aplicar a injecção. Nas 18 tentativas realizadas, nenhuma foi bem sucedida e Broom continua à espera no corredor da morte.

7 – Menores executados

Durante muito tempo,  as crianças também podiam ser condenadas à morte. Algo que pode parecer chocante, mas o último menor condenado à pena de morte foi executado em 2005, no Irão.

 

 

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