Asfixia mulher com vestido e abandona corpo num pinhal

Vítor Correia, operário da construção civil, foi condenado a 18 anos e meio de prisão. Para além da pena por homicídio qualificado, foi também acusado de profanação de cadáver.

Asfixia mulher com vestido e abandona corpo num pinhal

Asfixia mulher com vestido e abandona corpo num pinhal

Vítor Correia, operário da construção civil, foi condenado a 18 anos e meio de prisão. Para além da pena por homicídio qualificado, foi também acusado de profanação de cadáver.

Vítor Correia, operário da construção civil, foi condenado a 18 anos e meio de prisão. Para além da pena por homicídio qualificado, foi também acusado de profanação de cadáver.

O caso remonta a 10 de julho de 2018 quando o homem de 50 anos atacou e matou a mulher, de 49, com recurso ao vestido que esta usava enquanto descansava na cama. Depois de a matar, colocou o corpo na carrinha de caixa aberta e conduziu três quilómetros até um pinhal onde, já no concelho do Cadaval, o abandonou. O cadáver foi encontrado na manhã seguinte.

Após ser condenado em primeira instância, recorreu para a Relação de Coimbra, que recusou o pedido. Avançou para o Supremo Tribunal de Justiça, que remeteu o processo novamente para a Relação, sendo o recurso rejeitado. Este ano, o Supremo admitiu um novo recurso do homicida, mas este acabou mais uma vez negado. Fica assim confirmada a pena de 18 anos e meio à qual acresce uma indemnização de 105 mil euros, acrescida de juros, à filha de 17 anos.

De acordo com o Correio da Manhã, “a indiferença após ter matado o seu cônjuge e mãe da sua filha, acentuada pela forma como praticou o facto e manteve os seus intentos perante a resistência da vítima, com quem mantinha uma relação marital há cerca de 18 anos, revela uma culpa acrescida”, sublinha o acórdão. Após abandonar o corpo da mulher num pinhal, Vítor Correia regressou a casa e foi dormir.

No dia seguinte ao crime, “fez a sua vida normal, sem se preocupar com o alegado desaparecimento da sua esposa” e só ao final da tarde, por insistência da filha, é que contactou a GNR. Entre os factos provados está que Olga se tentou defender enquanto o marido, sentado sobre ela, a sufocava com a gola do vestido. Arranhou-o nas mãos e no pescoço, mas nem assim Vítor parou o ataque. “Só largou a gola do vestido quando [a vítima] deixou de se mexer”.

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