Casas Novas Countryside em Chaves é o refúgio perfeito a norte

Foi no norte do país que encontrámos o sossego e a hospitalidade necessárias para uns dias de puro descanso. A unidade hoteleira Casas Novas Countryside em Chaves, é o sonho no meio do “nada”

Casas Novas Countryside em Chaves é o refúgio perfeito a norte

Foi no norte do país que encontrámos o sossego e a hospitalidade necessárias para uns dias de puro descanso. A unidade hoteleira Casas Novas Countryside em Chaves, é o sonho no meio do “nada”

Assim que entramos no Casas Novas Countryside, as malas ficam no chão e o nosso olhar fita os claustros magníficos que nos recebem. O edifício é de 1749 e de arquitetura barroca. Já nos foi dito que tem uma biblioteca e mal podemos esperar para passar lá umas horas.

O edifício foi transformado em hotel em 2008 e é uma carta de amor ao norte. A ala nova conta com 22 quartos e tudo o que estava em boas condições, ficou, mantendo o hotel o seu ar senhorial e barroco que nos permite uma evasão perfeita de fim de semana. Entramos no quarto e a primeira coisa que fazemos é abrir as cortinas para ver a vista. É uma propriedade com um total de 13 hectares que nos permite ver para lá do primeiro monte.  Está tudo bem, é incrível. Uma varanda enorme convida-nos a respirar o ar do norte. Um pequeno salto para a cama a confirmar se o colchão e as almofadas são de acordo com as expectativas. Continua tudo incrível.

Percebemos que é o lugar ideal para fugir à rotina. As varandas solarengas lembram-nos que existe mesmo uma biblioteca no hotel e só queremos um capítulo ao sol depois de almoço. Nas redondezas da propriedade, pouco ou nada acontece. Saímos para uma volta pela aldeia de Casas Novas e o incrível cão de olhos azul água que se passeia pelo hotel acompanha-nos. Pelo caminho, persegue umas galinhas que ali passam. Estamos mesmo longe de tudo e a adorar cada minuto.

Não demora muito a que nos convidem a experimentar o restaurante do hotel. Se pudéssemos, ainda lá estávamos. A comida, senhores, a comida. O bacalhau, a carne perfeitamente cozinhada… Mais estômago houvesse, mais alheira tínhamos comido. É que a cada lugar onde vamos ouvimos “tem mesmo de experimentar a nossa alheira”, mas a verdade é que nenhuma se comparou à do Restauro do Solar, localizado na adega original do edifício. Por isto, e para quem não gosta de perder o foco nem nas escapadinhas, a unidade dispõe de campo de ténis e um mini ginásio. Para os mais preguiçosos que levam a sério o descanso há a piscina interior (e exterior), e ainda a sauna.

O micro clima que se faz sentir ali, faz-nos querer recatar ao quarto. Recatar? Queríamos dizer rebolar. E rebolamos até ao quarto, para no outro dia nos depararmos com um pequeno-almoço que mais parecia outro jantar. A diversidade é tanta que nem sabemos por onde começar. Não se disse que não a um Pastel de Chaves logo pela fresca e até hoje não nos arrependemos.

Quanto às massagens, é preciso abrir aqui um capítulo novo em que nem com palavras lá vamos. Só mesmo experimentando. Faça a marcação e depois falamos.

O salão de 400 metros quadrados para eventos dá-nos vontade de planear um casamento. Mas já não seria para este verão. A unidade é das mais requisitadas e dizem-nos que em Agosto não há um único dia livre. A época de enlaces vai de abril até outubro e o pequeno ribeiro que passa pela propriedade é o cenário perfeito para um casamento civil que passa bem por um conto de fadas e tem espaço para toda a gente.

No final, ficamos ainda mais felizes por sabermos estar num hotel amigo do ambiente. Mais de metade da energia gasta na propriedade é produzido por sistema fotovoltaico.

 

Texto: Marta Amorim

 

 

 

 

 

 

 

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