Regina Duarte deixa cargo de secretária da Cultura do Brasil

O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, revelou esta quarta, através das redes sociais, que Regina Duarte está de saída do cargo de secretária da Cultura do Brasil. Atriz já tem novas funções.

Regina Duarte deixa cargo de secretária da Cultura do Brasil

O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, revelou esta quarta, através das redes sociais, que Regina Duarte está de saída do cargo de secretária da Cultura do Brasil. Atriz já tem novas funções.

Regina Duarte está de saída do cargo na Secretaria da Cultura do Governo do Brasil para assumir funções na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. O anúncio foi feito esta quarta-feira, 20 de maio, por Jair Bolsonaro através das redes sociais.

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Segundo o Presidente do Brasil do Brasil, Regina Duarte deixa o cargo quase três meses depois de ter tomado posse da pasta da Cultura alegando que pretende ficar mais perto da família. «Regina Duarte relatou que sente falta de sua família, mas para que ela possa continuar contribuindo com o Governo e a Cultura Brasileira assumirá, em alguns dias, a Cinemateca em SP. Nos próximos dias, durante a transição, será mostrado o trabalho já realizado nos últimos 60 dias», justificou Bolsonaro no Twitter.

 

«Eu acabo de ganhar um sonho de qualquer pessoa da comunicação, do audiovisual, do cinema, do teatro que é um braço da cultura que funciona em São Paulo», afirmou a atriz sobre o seu novo cargo.

Muito criticada

Desde que tomou posse da Secretaria da Cultura do Governo do Brasil, a 4 de março, Regina Duarte foi alvo de várias críticas, nomeadamente dos artistas brasileiros. Recentemente, mais de 500 artistas brasileiros, incluindo Caetano Veloso e Chico Buarque, assinaram um manifesto de repúdio às declarações do rosto da Globo, depois de ela minimizar as mortes e a tortura da ditadura militar.

Em entrevista à CNN Brasil, a secretária da Cultura afirmou que “é preciso olhar para o futuro”, “amar o país” e não “coletar coisas que aconteceram nas décadas de 1960, 1970 e 1980”.

“Sempre houve tortura, censura”, afirmou, numa conversa em que também trauteou “Pra Frente Brasil”, música associada à ditadura. “Não era gostoso cantar isso?”, questionou na altura.

Texto: Carla S. Rodrigues

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