Meghan Markle quer usar biografia para limpar a imagem

Meghan Markle queria que biografia fosse já posta à venda para poder acabar rapidamente com a imagem – de ser uma diva exigente à procura de fama e poder – que o público tem de si.

Meghan Markle quer usar biografia para limpar a imagem

Meghan Markle queria que biografia fosse já posta à venda para poder acabar rapidamente com a imagem – de ser uma diva exigente à procura de fama e poder – que o público tem de si.

Meghan Markle quer usar a biografia autorizada, sobre a sua vida e a do príncipe Harry, para limpar a má imagem que as pessoas têm de si.

De acordo com o Daily Mail, a ex-atriz gostaria que a obra ficasse à venda o mais depressa possível, para poder contar a sua versão da história.

“Finding Freedom: Harry and Meghan and the Making of a Modern Royal Family” conta a história dos duques de Sussex, desde o anúncio do seu casamento, em novembro de 2017, até ao momento em que ambos deixam de fazer parte do núcleo sénior da família real britânica, em março de 2020.

Meghan quer que a vejam «como a pessoa genuína que é»
Esta ansiedade de Meghan prende-se, sobretudo, com o facto da mesma acreditar que o livro irá acabar com a imagem de ser uma mulher arrogante e com tiques de vedeta  e com as críticas de que tem sido alvo –  que aumentaram com a saída do casal da família real e com a ida de ambos para os Estados Unidos.

 «Se dependesse dela, o livro era publicado agora e não daqui a três meses», afirma uma fonte ao jornal. A obra  é escrita por Omid Scobie e Carolyn Durand e contém entrevistas de Meghan Markle e do príncipe Harry dadas aos autores antes da mudança para os Estados Unidos. E deve ser lançada no dia 11 de agosto.

«Ela disse que o livro ia repor a verdade e, finalmente, mostrar ao mundo o motivo porque ficaram sem outra opção senão deixar a vida real», revela a fonte, identificada como um amigo da ex-atriz, ao jornal.

Meghan «quer destruir essa imagem de ser uma diva exigente em busca de fama e poder» e quer que a vejam «como a pessoa genuína que é», explica a mesma fonte.

«Meghan parece acreditar que os leitores finalmente vão entender a angústia e a agitação monumentais que teve que suportar», diz. «Acho que [Meghan] quer que as pessoas sintam pena dela, ou pelo menos, tenham compaixão por ela e tudo o que passou, que tem sido tudo menos um conto de fadas», afirma.

O amigo conta, ainda, que Meghan «teve muito mais influência sobre que foi incluído no livro, muito mais do que o público está a ser levado a acreditar».

Texto: Inês Neves; Fotos: reprodução redes sociais e D.R.

 

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