Yannick Djaló não vê as filha há dois anos: «Sou pai delas, não tenho nenhuma doença»

O futebolista Yannick Djaló deu uma entrevista a Manuel Luís Goucha, a denunciar aquilo que mais o atormenta: a relação distante que mantém com as filhas, Lyonce e Lyannii.

Já há muito que o conflito se instalou entre Luciana Abreu e Yannick Djaló. Aparentemente, o fim do casamento, em 2012, não terá acabado da melhor forma. O divórcio surgia anos mais tarde, mas os problemas arrastam-se até hoje. Após várias especulações, Yannick Djaló decidiu colocar um ponto final no assunto e aceitou sentar-se à conversa com Manuel Luís Goucha. Na entrevista, que foi emitida na manhã desta sexta-feira, dia 8 de fevereiro, no programa Você na TV, o futebolista abriu o coração.

A transferência de escola nas costas de Yanick Djaló

Yannick quis contar a sua versão dos factos de uma luta que já dura há praticamente 2 anos e que tem a ver com o facto de não poder ver Lyonce e Lyanni. «Estou privado de poder vê-las, num processo que é muito difícil para mim… Não tem cabimento nenhum, porque não vejo fundamento em tudo o que está à volta. Muitas vezes intitulam como uma guerra, eu não vejo como uma guerra, nem creio que seja uma guerra, porque é um direito meu», começa por dizer o futebolista a Manuel Luís Goucha.

«Infelizmente, não tenho hipótese de ser pai… De um lado, tenho um filho, o Christian, de 10 anos, onde tenho uma relação normal de pai, e, do outro lado, não me deixam ser pai», lamenta.

Yannick afirma que a profissão impossibilita um contacto mais próximo, mas que, em terras lusas, é um pai exemplar para o filho mais velho. «Sou um pai presente, quando estou cá. A minha profissão não me deixa ser presente a tempo inteiro, mas sempre que estou em Portugal, o Christian passa o tempo todo comigo. Há uma excelente relação com a mãe e é uma pena que não possa ser assim com a mãe das minhas filhas, porque não havia motivo para ser de outra forma.»

Manuel Luís Goucha questiona em que circunstâncias se deu o contacto recente que teve com Lyanni. «Com isto tudo o Yannick ficou privado da convivência com as filhas. Tempo que eu não vou recuperar nunca mais», sublinha, detalhando como chegou até à menina. «Eu tive a sorte de ver uma das minhas filhas, a minha filha mais nova, não como eu gostaria, à porta da escola… Tive de descobrir onde a escola ficava. Nem sequer sabia que tinha mudado de escola. A diretora da escola perguntou como é que eu descobri onde era a escola», pormenoriza.

«Parece que era uma espécie de segredo que não se podia saber. Quando chego perto da minha filha, a primeira coisa que ela me disse foi ‘quero morar com a mamã’», relembra o angolano.

Yannick não interpretou essa frase da melhor forma, mas respeitou a posição da menina. «Entendi essa frase como… O pai nunca lhes fez mal nenhum, o pai nunca lhes bateu. E a primeira reação que ela tem…», conta, sem conseguir terminar uma frase. «Ela vai continuar a morar com a mamã, ela está bem com a mãe, o pai não a vai retirar na mamã, o papá só vai dar-lhe um beijinho», defende. E relembra como aquele contacto aconteceu, quase dois anos depois de a ter visto pela última vez. «Nisto a menina vinha para me abraçar e ao mesmo tempo tinha um conflito de ideias que se notava perfeitamente… Vinha para o meu colo e, de repente, vira e abraça a professora a chorar e eu disse ‘pronto… Disse que não precisava de me dar um abraço, só dar-me um beijinho’ e deu-me um beijinho…»

«A minha preocupação foi engolir o meu orgulho»

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