Rodrigo Guedes De Carvalho diz que não busca protagonismo e deixa aviso

Rodrigo Guedes de Carvalho foi convidado a participar no 5 para a Meia-Noite, versão caseira, desta quinta-feira, dia 26 de março. Sem pudores, o pivô da SIC pôs os «pontos nos is»

Rodrigo Guedes De Carvalho diz que não busca protagonismo e deixa aviso

Rodrigo Guedes de Carvalho foi convidado a participar no 5 para a Meia-Noite, versão caseira, desta quinta-feira, dia 26 de março. Sem pudores, o pivô da SIC pôs os «pontos nos is»

Rodrigo Guedes de Carvalho foi um dos convidados do 5 para a Meia-Noite. Filomena Cautela e Inês Lopes Gonçalves desafiaram o pivô da SIC a participar na versão caseira do programa, emitida na noite desta quinta-feira, dia 26 de março, deixando uma mensagem para todos os portugueses que vivem os tempos de coronavírus e quarentena.

Filomena Cautela anunciou a entrada do «rei», aplaudindo o jornalista que tem falado aos portugueses, através do Jornal da Noite, com a voz e com o coração.

Já em casa, de quarentena, Rodrigo começou por dizer que não quer protagonismo com as declarações que tem feito. «Eu sou fundador da SIC e, se contarmos com os anos de RTP, estou no ar ininterruptamente no ar há 33 anos. Não me parece que pertença ao grupo de portugueses que busca protagonismo, eu não tenho nada de extraordinário ou pretendo ter. O que se passa nesta altura é que pertenço ao grupo de pessoas que, muito cedo, percebeu que íamos entrar em circunstâncias extraordinárias.»

O pivô da SIC considera que esta luta contra a pandemia de Covid-19 é a «guerra» da atual geração. «Se repararem, todas as gerações viveram as suas guerras. Ainda a geração dos meus pais viveu a guerra de África. Acho que, para já, esta é a nossa guerra.»

«Os julgamentos façam-se depois»

Rodrigo Guedes de Carvalho não se importa com as críticas negativas que possam advir das suas palavras. O objetivo é ajudar os portugueses. «Entender este momento é entender que é um teto muito pesado de medo e confusão e, se o que eu digo e como eu digo ajudar alguém, nem que seja uma pessoa a ter esperança, então eu vou continuar a fazê-lo e todos os julgamentos façam-se depois.»

O jornalista do canal de Paço de Arcos considera ainda: «Eu continuo a achar que quando olharmos para trás, vamos perceber quem é que esteve do lado certo da história. Acho que este momento, para o bem e para o mal, vai definir muitas pessoas que conhecemos».

Terminando com uma indireta para todos os comentadores que aparecem nos noticiários com as estantes repletas de livros atrás e um aviso sério para todos os portugueses.

«Eu não tenho estantes de livros atrás e vou terminar erguendo uma espada em homenagem a todas as caricaturas e piadas que se fizeram comigo, algumas com muita graça. E com esta espada na mão, aviso-vos que não quero ver-vos na rua se não for por uma boa razão. Estamos entendidos? Fiquem bem, cuidem de vós e cuidamos uns dos outros», findou.

Texto: Mariana de Almeida; Fotos: Impala e reprodução Instagram

 

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