Restaurante de irmã mais velha de Cristiano Ronaldo penhorado

Agentes judiciais, polícias e viaturas de transporte que levaram todo o recheio estiveram no restaurante de Elma Aveiro, irmã mais velha de Cristiano Ronaldo para executar penhora coerciva.

Restaurante de irmã mais velha de Cristiano Ronaldo penhorado

Restaurante de irmã mais velha de Cristiano Ronaldo penhorado

Agentes judiciais, polícias e viaturas de transporte que levaram todo o recheio estiveram no restaurante de Elma Aveiro, irmã mais velha de Cristiano Ronaldo para executar penhora coerciva.

O restaurante Cascatas e Girassóis, no Funchal, do qual Elma Aveiro é proprietária, foi penhorado. Em causa está uma dívida de cinco mil euros que ficou por liquidar a um dos fornecedores, avança um jornal diário, revelando ainda que tudo aconteceu na última sexta-feira, 18 de junho. No espaço, localizado no Marina Shopping, estiveram agentes judiciais, polícias e ainda viaturas de transporte, uma vez que todo o recheio que se encontrava no interior, foi também levado.

Esta ação de penhora foi desencadeada pela empresa J. Nelson Abreu SA, que trabalha na área de produtos alimentares, devido a várias dívidas acumuladas pela irmã mais velha de Cristiano Ronaldo. O Correio da Manhã revela também que Lilia Ferreira, que trabalhou no restaurante como gerente desde a sua abertura, a 2 de maio de 2018, contou que a empresa ainda tentou chegar a um acordo com Elma Aveiro, mas que esta “nunca aceitou”.

Irmã de Cristiano Ronaldo terá dito a agente de execução para que “levassem o que quisessem”

“A verdade é que aconteceu tudo muito rápido. Chegaram com polícia e levaram tudo o que estava lá dentro”, contou a ex-gerente do espaço. A essa mesma hora, Elma estaria na Ponta do Sol, também na Madeira, diz a mesma publicação. “Sei que o agente de execução entrou em contacto com ela e que a Dona Elma respondeu que não podia fazer nada e que eles fizessem o que entendessem”, acrescentou ainda Lilia Ferreira.

Ainda de acordo com o CM, as dívidas de Elma Aveiro não são apenas a esta empresa e estendem-se também aos funcionários do restaurante e à Segurança Social, uma vez que ela “nunca fez descontos dos trabalhadores”, acrescenta a antiga gerente, acrescentando ainda que, “quando surgiu a pandemia, nem foi possível pedir layoff”. “Estivemos a quarentena sem receber um tostão”, acrescentou a ex-funcionária da irmã de CR7.

Texto: Patrícia Correia Branco;
Fotos: Reprodução redes sociais

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