«Querido marido. Preciso. De mais. Ajuda»

«Quis gritar contigo. Quis começar uma luta épica naquele momento»

«Querido marido. Preciso. De mais. Ajuda»

«Querido marido. Preciso. De mais. Ajuda»

«Quis gritar contigo. Quis começar uma luta épica naquele momento»

«Querido marido,

Preciso. De mais. Ajuda.

A última noite foi difícil para ti. Pedi-te para tomares conta do bebé para que eu pudesse ir para a cama mais cedo. O bebé chorava. Conseguia ouvi-lo lá de cima e o meu estômago deu um nó com o barulho. Pensei se devia descer e ajudar-te ou se devia fechar a porta e conseguir dormir um sono que precisava desesperadamente. Escolhi o segundo.

Apareceste no quarto 20 minutos depois, com o bebé ainda a chorar freneticamente. Puseste o bebé no berço e de forma gentil puxaste o berço para o meu lado da cama, um claro gesto de que tinhas acabado de o vigiar.

Quis gritar contigo. Quis começar uma luta épica naquele momento. Tinha estado a vigiar o bebé e a criança o dia inteiro. Ia ser acordada pelo bebé a porcaria da noite toda. O mínimo que podias fazer era ficar com ele um par de horas para eu conseguir dormir.

Apenas umas horas de precioso sono. É pedir muito?»

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