Patrícia Matos recorda avô: «Era um homem muito generoso»

Patrícia Matos foi a convidada de Fátima Lopes para estar no programa Conta-me Como És, este sábado, dia 23 de novembro.

Patrícia Matos recorda avô: «Era um homem muito generoso»

Patrícia Matos recorda avô: «Era um homem muito generoso»

Patrícia Matos foi a convidada de Fátima Lopes para estar no programa Conta-me Como És, este sábado, dia 23 de novembro.

Desde cedo que a comunicação foi algo muito presente na sua vida. Tem uma carreira de sucesso na televisão, mas foi com 12 anos de idade que começou por fazer rádio levada pelo professor Emílio Serra. Uma das pessoas que, segundo Patrícia Matos, foi responsável pelo o que é hoje em dia.

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«Tínhamos uma relação muito cúmplice. Ele era cego e provavelmente das pessoas mais inteligentes que conheci até hoje. Ele tinha uma sensibilidade em que ele me tocava e dizia ‘Tu hoje não estás bem’. Ele não precisava de ver para me sentir», contou.

Foi no campo, mais precisamente no Ribatejo, que cresceu livremente. Onde brincou na rua, onde foi a pé para a escola, e onde conheceu todos os cheiros que hoje em dia a transportam novamente à infância. Uma «dádiva».

«Todas as pessoas do mundo juntas, não fazem o meu avô Henrique»

Filha única, mas sem qualquer mágoa. Muito bem resolvida porque cresceu numa família onde o afeto era rei. «Numa altura em que as pessoas se preocupavam muito umas com as outras», disse. Patrícia Matos, de 35 anos, é uma das melhores amigas de Fátima Lopes e vice-versa. Este sábado, 23 de novembro, foi a convidada da apresentadora no programa Conta-me Como És, da TVI.

Fátima Lopes contou à amiga que ela tem muito do avô: «bondade e aceitação». «Todas as pessoas do mundo juntas, não fazem o meu avô Henrique», revelou com saudade. De acordo com a pivô da TVI, ele era um homem «generoso», e até à hora da morte «nunca se queixou de dor». Estava sempre tudo bem e a maior alegria do avô de Patrícia era quando a família chegava.

«O ortopedista avisou-me que nunca mais podia correr»

O atletismo foi um amor que teve de deixar para trás no secundário. Um problema de saúde obrigou-a a parar de correr. «Uma vez, estava em casa e a rótula esquerda saiu e eu, com a inconsciência da idade, voltei a colocar a rótula. Percebemos que havia ali qualquer coisa que não estava bem», começou por contar.

Patrícia Matos fez exames e percebeu que tinha «um mau alinhamento na bacia que alterava o alinhamento do fémur e das rótulas». «No segundo joelho só percebemos mais tarde. Primeiro achávamos que era só no esquerdo e fui operada primeiro ao esquerdo. Corrigimos e tive parafusos e, depois, tirei-os. Mais tarde, fui operada ao direito», continuou.

«O ortopedista avisou-me que nunca mais podia correr. Recentemente desafiei algumas leis da gravidade, mas não posso mais, Há outros desportos que se podem fazer, não é por aí», contou. «Ele foi a única pessoa a quem telefonei quando fiz o Jornal Nacional de sexta-feira pela primeira vez»

É «apaixonada» pela televisão, mas a rádio é «um amor que não se resolveu ainda».  Patrícia Matos enviou o Curriculum Vitae para a a Media Capital, no final do curso, e quando lhe telefonaram a dizer que tinha ficado disseram-lhe que ia começar a estagiar na TVI. A Pivô não quis acreditar porque televisão era algo que não estava nos objetivos.

 

Texto: Carolina Sá Pereira| Fotos: Reprodução Instagram

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