Maria Botelho Moniz foi perseguida nas redes sociais: “Tive um processo no Ministério Público”

Maria Botelho Moniz foi perseguida durante anos por uma pessoa. O caso deu entrada no Ministério Público, mas acabou por ser arquivado. A apresentadora do Extra do “Big Brother” recordou esses tempos.

Maria Botelho Moniz foi perseguida nas redes sociais: “Tive um processo no Ministério Público”

Maria Botelho Moniz foi perseguida nas redes sociais: “Tive um processo no Ministério Público”

Maria Botelho Moniz foi perseguida durante anos por uma pessoa. O caso deu entrada no Ministério Público, mas acabou por ser arquivado. A apresentadora do Extra do “Big Brother” recordou esses tempos.

Maria Botelho Moniz recordou os anos negros que passou quando foi perseguida. No “Extra” do “Big Brother” desta quinta-feira, a apresentadora recebeu Jéssica Antunes, que confessou sentir-se triste com os comentários negativos que tem recebido desde que foi expulsa do concurso. Foi o mote necessário para que a comunicadora lembrasse o seu caso.

“Eu tive um processo no Ministério Público por causa de um ataque nas redes sociais. Eu era perseguida e não aconteceu nada. Não conseguiram chegar à pessoa”, lamentou Maria Botelho Moniz, acrescentando que o “processo durou três ou quatro anos” mas a Justiça nunca conseguiu “fazer nada e o caso foi arquivado”.

O caso a que se refere remete para a época em que dava a cara pelo programa “Curto Circuito”, na SIC Radical. “Muitas vezes, falavam como se me estivessem a ver. Começava a receber mensagens nos perfis do programa a dizer que ‘estou no Parque de Holanda à tua espera’. Quantas vezes saí daqui acompanhada”, contou em tempos sobre a pessoa que a perseguiu e que chegou a ameaçar a sua família. “Acusou a minha mãe. Disse-me ‘vi a tua mãe não sei onde. Faço isto, aquilo e o outro à tua mãe, à tua sobrinha'”.

“Uma vez, publiquei uma fotografia com a minha sobrinha e ele comentou a dizer que esta era a prova da pedofilia que eu praticava, aliado ao facto de apresentar um programa para público juvenil”, recordou ainda.

O processo que deu entrada no Ministério Público no final de 2012 acabou por não dar frutos. O ‘stalker’ de Maria também desistiu: “Foi durante muito tempo, depois era mais esporádico, até que a certa altura estava a falar disto com a Júlia e ela disse: ‘isso é um ótimo tema para o nosso programa vais lá contar essa história’. Fui contar a história ao programa da Júlia e nunca mais [aconteceu]”.

Marta Cardoso também foi perseguida e ameaçada

A comentadora do “Big Brother” Marta Cardoso e o filho, Marco, fruto da sua relação já extinta com Marco Borges, também foram alvo perseguição online e de ameaças de morte. A revelação foi feita na rubrica no programa “Você na TV!”, da TVI, por Manuel Luís Goucha na passada quarta-feira, 18 de novembro.

“A Marta pôs processos a várias pessoas que a difamaram”, referiu Goucha. Flávio Furtado acrescentou: “Mais, a Marta foi ameaçada de morte, o filho também. Preferiu deixar de ter redes sociais, sentiu-se realmente abalada e pronto, isso não deu em nada”, referiu o também comentador do “Big Brother”.

Saiba mais aqui.

Texto: Ana Filipe Silveira; Fotos: Reprodução Instagram

 

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