Processo de Leonor Poeiras contra a TVI novamente adiado por culpa do canal

Processo de Leonor Poeiras contra a TVI não tem fim. As alegações finais voltaram a ser adiadas e tudo devido à estação de Queluz de Baixo. Saiba o que se passou na longa ‘batalha’ judicial.

Processo de Leonor Poeiras contra a TVI novamente adiado por culpa do canal

Processo de Leonor Poeiras contra a TVI não tem fim. As alegações finais voltaram a ser adiadas e tudo devido à estação de Queluz de Baixo. Saiba o que se passou na longa ‘batalha’ judicial.

As alegações finais do processo que Leonor Poeiras colocou contra a TVI estavam marcadas para esta sexta-feira, dia 14 de outubro, no Tribunal de Cascais. Porém, mais uma vez, a batalha judicial voltou a sofrer um novo atraso.

Segundo o Correio da Manhã, a TVI fez um “requerimento de denúncia” apenas dois dias antes da audiência. Já o site Holofote avança que o advogado da autora, “tem que ver com os documentos que foram anteriormente juntos e que a TVI entende que faltam uns e fazem umas observações às quais temos direito de resposta”. Assim sendo, terão “dez dias a contar de segunda-feira para analisar, mas que a autora se comprometeu a fazer isso mais cedo”.

Só no início do mês de novembro é que ficarão conhecidas as alegações finais do processo que opõe Leonor Poeiras à TVI.

A apresentadora, recorde-se, foi afastada do canal em 2020. Em causa está o facto de Leonor Poeiras alegar que foi despedida injustamente, após 17 anos de ligação ao canal. A apresentadora exige uma indemnização de 1 milhão e 286 mil euros, que foi calculado com base no ordenado de 13 mil euros que esta chegou a receber e que incluem a indemnização de antiguidade, as remunerações que devia ter recebido desde o seu afastamento até ao trânsito em julgado da decisão, os subsídios de férias e Natal que nunca lhe foram pagos e ainda um valor por danos morais.

Cristina Ferreira arrolada como testemunha de Leonor Poeiras

Cristina Ferreira foi arrolada como testemunha por Leonor Poeiras, no processo que esta moveu contra a TVI. A diretora de Entretenimento e Ficção do canal tentou ser dispensada, mas o pedido foi negado.

Cristina Ferreira prestou depoimento no Tribunal de Cascais no dia 8 de setembro, precisamente um dia antes de completar 45 anos. No dia antes, tinha enviado um requerimento à juíza, pedido para ser dispensada, alegando conflito de interesses, já que é funcionária e acionista do grupo Media Capital. Antes do início de mais uma sessão do julgamento, o advogado de Leonor Poeiras contestou este pedido e a juíza acabou por deferir o requerimento.

Assim, Cristina Ferreira respondeu a todas as perguntas, mas houve uma delas que teve maior impacto em todos os envolvidos. Quando questionada se um apresentador podia recusar determinado programa e o que aconteceria se isso acontecesse, a diretora disse que sim e sublinhou: “Pode é não existir mais nada a seguir, se recusarmos”. Depois, acrescentou: “Não significa que não nos voltem a convidar, não sabemos é que outro convite pode surgir a seguir”.

Texto: Carolina Sousa
e Patrícia Correia Branco;
Fotos: Redes Sociais

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