Judite Sousa Critica atrizes que denunciaram assédio sexual

A jornalista da TVI deu a sua opinião sobre o caso Harvey Weinstein, produtor acusado de abusar sexualmente de várias estrelas de Hollywood. «Mais não são do que conversas de travesseiro», diz.

Judite Sousa tem vindo a partilhar fotos bastante sugestivas na sua página de Instagram e anuncia novidades para abril. Este sábado, dia 24 de março, falou sobre o tema assédio sexual, referindo-se à polémica do momento em Hollywood que começou com as denúncias de assédio e abuso sexual a Harvey Weinstein. Depois deste produtor, seguiram-se novas acusações a novas estrelas do meio artístico. A partir daí nasceu o movimento #MeToo , distinguido como personalidade do ano pela revista Time, de forma a enaltecer o ato de coragem de quem partilhou nas redes sociais histórias pessoais de assédio sexual.

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«Essas assediadas tinham poder»

«Como já terão percebido os mais atentos, nas próximas semanas vou ser tema de comunicação pública, em razão exclusivamente do meu trabalho. Dito isto, quero desde já dizer que não tenciono perder um segundo do meu tempo a falar de um tema que entrou há alguns meses na agenda: o hashtag Me Too», começa por dizer a jornalista da TVI, colocando-se á margem do movimento feminista.

«O produtor cinematográfico Harvey Weinstein é um grande tonto. É sabido que assediou muitas actrizes para as ter na mão, julgava ele. Umas foram na conversa; outras não. Mas o que também é certo é que essas “assediadas” tinham poder, nomeadamente económico para dizerem que sim ou que não. Porquê? Porque são das mulheres mais poderosas e ricas da indústria de Hollywood. Vejamos dois exemplos: Uma Thurman é uma actriz consagrada. Vale milhões. Ficou grávida de um multimillionário chamado Arpad Busson que, por sua vez, tinha sido casado e pai dos dois filhos da Top Elle Macpherson, também conhecida pelo nome” o corpo”. Quando ela percebeu o perfil, deu-lhe ordem de marcha», pode ler-se.

Movimentos como o #metoo «mais não são do que conversas de travesseiro»

O seu segundo ‘alvo’ é outra conhecida atriz de Hollywood: «A outra que se queixou do palerma do Weinstein foi a atriz, produtora e realizadora, a mexicana Salma Hayek que, por sua vez, ficou grávida de um dos homens mais ricos da indústria da moda, o francês Henri Pinnault, dono, entre outras marcas, da Gucci. A Salma Hayek não precisava do Pinnault mas ficou ainda mais multimilionária depois de ter engravidado da sua filha Valentina», escreveu.

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«Pergunta-se: porque é que não denunciou as investidas do Weinstein há mais tempo? Mistério. E as outras denunciantes a mesma coisa. Portanto, o movimento Me Too é isto. À falta de notícias novas sobre o Trump, que todos os dias, despede alguém da ala oeste da Casa Branca, surgiu este movimento que leva mensagens muito intelectualizadas mas que mais não são do que conversas de travesseiro», concluiu a conhecida jornalista. 

 

Fotos: Reprodução

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