Jorge Gabriel assume falta de proximidade com Sónia Araújo

Jorge Gabriel falou sobre a colega das manhãs, na “Praça da Alegria”, e conta que a apresentadora é muito reservada e que, por isso, não existe uma grande proximidade entre ambos.

Jorge Gabriel assume falta de proximidade com Sónia Araújo

Jorge Gabriel falou sobre a colega das manhãs, na “Praça da Alegria”, e conta que a apresentadora é muito reservada e que, por isso, não existe uma grande proximidade entre ambos.

Jorge Gabriel trabalha com Sónia Araújo há vários anos, mas não tem uma grande proximidade com a colega da “Praça da Alegria“. Esta revelação foi feira durante uma entrevista a um programa de rádio, com o apresentador da RTP a tecer também vários elogios à parceira das manhãs.

Durante uma conversa com Rodrigo Gomes e Daniel Fontoura, no Wi-FI da RFM, Jorge Gabriel foi questionado sobre o melhor e o pior de Sónia Araújo. “O melhor é eu saber que ela é minha aliada, quer eu esteja num dia pior, quer eu esteja num dia com mais energia”, começou por dizer, referindo-se ao facto de os dois já se conhecerem muito bem, fruto de vários anos de trabalho em conjunto.

“O pior talvez seja a sua reserva. A Sónia é muito reservada e eu, com quase 20 anos a trabalhar com ela, já consigo perceber pelo olhar quando ela está num dia pior ou num dia melhor. Percebo que a Sónia não tenha de partilhar a sua vida comigo, era o que faltava… A Sónia tem a sua vida privada e zela muito por ela e, por vezes, talvez falte essa maior proximidade“, afirmou, sublinhando ainda: “É do feitio dela, ela é assim com toda a gente”.

Jorge Gabriel não gosta de comparações

Como dá conta a Nova Gente, ainda no programa radiofónico, Jorge Gabriel disse ainda não gostar das comparações que são feitas entre a “Praça da Alegria” e os programas da concorrência que ocupam o mesmo horário. “‘A Praça'” tem uma função de serviço publico que não é comparável com os programas da concorrência. E não estou a dizer que é melhor ou pior”, afirmou.

“Abordam algumas questões que na ‘Praça’ são colocados de parte. Nós não fechamos os olhos à atualidade, não nos esquecemos que ela existe, mas tentamos que a atualidade seja abordada de um modo construtivo e positivo. E não para que o pai que matou a filha ou o grupo de jovens que esquartejou um amigo estejam durante 20 minutos ou meia hora a ser descritos com todo o pormenor. Fugimos disso. Não me compete a mim dizer se é o melhor ou pior, mas na ‘Praça’ isso não entra”, afirmou.

“E essa incapacidade para perceber a diferença entre o nosso programa e os programas da concorrência ofendem. Não só porque descredibilizam quem escreve [comentários nas redes sociais], como estão a influenciar quem lê. São fake news [notícias falsas]”, concluiu o apresentador.

Texto: Patrícia Correia Branco; Fotos: Reprodução redes sociais

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