Jessica Athayde e o vício de drogas de Diogo Amaral: «É para a vida»

Jéssica Athayde esteve no “Alta Definição”, neste sábado, dia 10 de abril, e falou sobre a separação de Diogo Amaral. A atriz colocou um ponto final na relação devido ao vício das drogas do ator. “Eu amava o pai do meu filho”, disse.

Jessica Athayde e o vício de drogas de Diogo Amaral: «É para a vida»

Jéssica Athayde esteve no “Alta Definição”, neste sábado, dia 10 de abril, e falou sobre a separação de Diogo Amaral. A atriz colocou um ponto final na relação devido ao vício das drogas do ator. “Eu amava o pai do meu filho”, disse.

Jessica Athayde fala abertamente sobre o fim da relação com Diogo Amaral em setembro de 2019, no “Alta Definição”, da SIC, emitido na tarde deste sábado, dia 10 de abril. A atriz confessou que foi o vício das drogas do ator que provocou a separação e não a falta de amor.

A relação de Jessica e Diogo terminou três meses depois de Oliver nascer. A atriz assume agora que não foi uma decisão fácil, mas que teve de a tomar. A atriz assume pela primeira vez que a adição do ator levou à rutura da relação.

“Estou bastante contente da dinâmica familiar que se está a construir. A minha separação foi uma separação triste. Não era por falta de amor, era porque eu comecei a perceber e a compreender devagarinho que a adição é uma doença para a vida e que não é só uma fase e nem deve ser tratada como tal. Ele estava a fazer o caminho dele e esse caminho não estava a ser compatível com o facto de eu estar com um bebé tão pequeno”, explica a atriz para depois acrescentar:

“Tive de tomar uma decisão dura e foi a mais dura que já tomei. O mais  importante é que o meu filho viva num ambiente bom e não queria que ele crescesse com um mau estar entre mim e o pai, que a certa altura existiu. Senti que não era justo. Eu queria tanto o meu filho, amava tanto o pai do meu filho e queria tanto que ele crescesse com os pais juntos e isso não acontecer para mim foi”.

Jessica explica que tem muito orgulho em Diogo Amaral e que hoje em dia são muito amigos. “O caminho de recuperação é enorme e eu tenho imenso orgulho nele. Mas eu tive de me afastar. Eu encontrei o meu caminho e ele o dele e acho que é por causa disso que conseguimos ser tão amigos. Eu tive de fazer o meu trabalho para perceber o que o Diogo tinha. Eu fui fazer reuniões, tive que compreender o que se estava a passar e tudo o que vinha. Fez-se aqui um caminho”, assegura, afirmando que Diogo Amaral encontrou o equilíbrio.

“O Diogo teve de se ausentar porque ele tem de se manter na linha certa… E ele agora faz esse caminho bem. Mas eu fiquei sozinha com um bebé. Mas ainda bem que fiquei, porque é importante para o meu filho ter um pai presente. A separação foi um ato de amor. Hoje em dia temos uma relação porreiríssima, não existe a semana sim e a semana não, estamos juntos para o nosso filho”.

«O Oliver foi um bebé planeado»

“O Oliver foi um bebé planeado. Decidimos começar a tentar, sempre a achar que ia demorar imenso tempo e foi na primeira tentativa. Queria muito ser mãe e ter um filho com o Diogo. Nunca tive intenções de fazer isto sozinha, mas nós não controlamos nada. Mas desde que uma criança não seja prejudicada, está tudo bem. Além de me sentir muito melhor pessoa depois de ter sido mãe e mais calma a importância que dou às coisas mudou muito. As minhas prioridades mudaram, mas o Oli foi um ensinamento, passei a saber o que é família e amor”, assume. A primeira vez que Jessica Athayde viu os pais juntos foi aos 33 anos quando estava na maternidade.

“A atriz assume que a gravidez foi muito difícil e que sofreu de depressão pré parto. A depressão pré parto é enorme e eu nem sabia que existia. Eu enjoava e vomitava o dia todo. Eu vivia em stress e frustrada com isso. Eu estava em terapia, estava em tristeza, deixei de me sentir eu, completamente. Não estava a conseguir gerir a minha relação, também tinha as expectativas de que iria ter uma família e percebi que as coisas não eram bem assim e que aquilo que tinha idealizado não ia acontecer”, assume para dizer que demorou muito tempo para fazer as pazes com a forma como teve o parto.

“Eu só queria ultrapassar a gravidez e demorei um ano a fazer as pazes por não ter tido um parto que desejava. Não queria ter tido um parto amarrada como Cristo porque fiz uma cesariana. Quando ele nasceu, bateu um amor incondicional, naquele segundo tudo mudou. Eu adoro ser mãe. É a melhor experiência que já tive. Adoro passar tempo com ele, adoro ensinar…”, explica.

Texto: Ana Lúcia Sousa: Fotos: Divulgação SIC e redes sociais

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