Inês Herédia e André Ventura | Deputado chama «menina mimada» à atriz

Inês Herédia fez uma acusação, André Ventura não ficou calado. Depois de a atriz o chamar de «criminoso», o líder do partido político Chega respondeu-lhe.

Inês Herédia e André Ventura | Deputado chama «menina mimada» à atriz

Inês Herédia fez uma acusação, André Ventura não ficou calado. Depois de a atriz o chamar de «criminoso», o líder do partido político Chega respondeu-lhe.

Inês Herédia recorreu às redes sociais para expressar a sua opinião sobre o mais recente carta do partido político Chega. Dado que o líder é André Ventura, a atriz dirigiu a mensagem concretamente ao deputado.

No cartaz lê-se o seguine: «Marcelo em quarentena. Um verdadeiro presidente não se esconde». Desagrada com a mensagem que o partido pretende passar aos portugueses, Inês publicou uma fotografia do cartaz e acusou: «És um criminoso, André Ventura».

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«Criminosos são aqueles que negligenciaram a nossa proteção»

A acusação da atriz fez eco na Imprensa e rapidamente chegou aos olhos do político que decidiu responder à letra. No Facebook, André Ventura chamou «menina mimada» à atriz e disse que «criminosos» são as pessoas que «negligenciam a proteção».

«Como em tempos de guerra as minha únicas preocupações são os portugueses e a sua defesa, não vou perder tempo a responder a meninas mimadas que não percebem que é nos momentos mais difíceis que Portugal precisa de liderança. Que criminosos são aqueles que negligenciaram a nossa proteção, apesar de todos os avisos. Agora é tempo de trabalho.»

Nuno Markl também ataca

Quem também reagiu ao polémico cartaz do Chega foi Nuno Markl. O humorista publicou o cartaz no Instagram e acusou a mensagem de ser «estúpida».
«Este cartaz do Chega é estúpido por vários motivos. Primeiro, porque foi posto na rua, numa altura em que as pessoas estão todas em casa. Mas eles lá sabem o que fazer ao dinheiro. Mas, sobretudo, porque ficar em isolamento não é cobardia para ninguém: É O QUE TEM DE SER FEITO, CATANO – seja um cidadão comum ou o Presidente da República. Se o Presidente andasse pela rua durante esta situação, aí sim, não seria um verdadeiro Presidente – seria um louco perigoso. Mas eu percebo esta ‘lógica’: é falar burro para chegar aos burros. Foi assim que o Trump e o Bolsonaro conseguiram. Não interessa que faça sentido, desde que faça sentido para as pessoas certas: os estúpidos.»

Texto: Mariana de Almeida; Fotos: Impala e reprodução Instagram

 

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