Diogo Cunha revela ter sofrido ataque de pânico no Big Brother

Diogo Cunha, que tem agora o papel de comentador de Big Brother – A Revolução, confessa ter passado mal dentro do programa.

Diogo Cunha revela ter sofrido ataque de pânico no Big Brother

Diogo Cunha revela ter sofrido ataque de pânico no Big Brother

Diogo Cunha, que tem agora o papel de comentador de Big Brother – A Revolução, confessa ter passado mal dentro do programa.

Diogo Cunha, que ficou em segundo lugar no Big Brother 2020, fez uma confissão no programa Extra do Big Brother. No Diário comentava-se a saída inesperada de Luís Magalhães,  devido a problemas de saúde. A instabilidade emocional, e o alegado esgotamento, levaram a produção a retirar o personal trainer do Big Brother – A Revolução e os comentadores Quintino Aires e Diogo Cunha falaram sobre a importância da saúde mental.

Para o psicólogo, isto é uma situação perfeitamente normal nos primeiros dias de adaptação a um ambiente novo, com pessoas desconhecias. Já Diogo, finalista do BB 2020 que esteve fechado três meses na casa, confessa que só aguentou devido aos anos que levou de “preparação” para o reality show. Ainda assim, o especialista de marketing revela que na primeira semana viveu um episódio idêntico ao de Luís. Numa das primeiras provas de resistência, que consistia em segurar o elástico a pares, Diogo necessitou de afastar-se durante uns momentos e simplesmente chorar. “Eu também tive lá o meu ataque de pânico, também tive lá a minha choradeira”, recorda.

“Foi a primeira vez que consegui chorar à frente de alguém”

Diogo Cunha era um dos preferidos à vitória, nesta edição do Big Brother, mas acabou por ficar em segundo lugar. O concorrente não sente que ‘morreu na praia’ e garante que está muito feliz por ter chegado tão longe no reality show. Em entrevista à TV 7 Dias, um dia depois de sair da casa, falou sobre saúde mental e contou como viveu esta experiência e de como ela mudou a sua vida. “Foi muito melhor do que eu tinha imaginado. A casa era incrível, eu estava à espera de um caixote”, começa por dizer, soltando uma gargalhada. “Vou ter saudades da casa, claro, da piscina, mas sobretudo vou ter saudades de ser um privilegiado, de estar num sítio em segurança, enquanto o mundo inteiro está no lodo”, acrescenta. Leia mais no site da revista Nova Gente.

Texto: Inês Borges; Fotos: DR e Arquivo Impala

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