Como contar a uma criança que o pai ou a mãe morreu

Bárbara Varella Cid foi morta a sangue frio por um colega de trabalho esta terça-feira, 30 de abril, no Tagus Park, em Oeiras.

Como contar a uma criança que o pai ou a mãe morreu

Como contar a uma criança que o pai ou a mãe morreu

Bárbara Varella Cid foi morta a sangue frio por um colega de trabalho esta terça-feira, 30 de abril, no Tagus Park, em Oeiras.

Explicar a morte a uma criança não é nada fácil. Mas será que esconder a realidade é a melhor solução? E deverão os filhos ir ao funeral da própria mãe ou pai? O site Crescer entrevistou a psicóloga Teresa Paula Marques.

O crime que aconteceu no Tagus Park, em Oeiras, esta terça-feira, dia 30, chocou o país. Bárbara Varella Cid era bancária e andava a ser perseguida por um colega de trabalho. Os problemas psicológicos, resultantes de um divórcio litigioso, levaram Ricardo Nunes a matar a sangue frio, com um tiro na cabeça, esta mulher, que vivia um feliz casamento há oito anos. O casal tinha dois filhos menores, uma menina com quatro anos e um rapaz com nove.

Depois de uma tragédia destas, o acompanhamento da própria família é fundamental para a psicóloga clínica Teresa Paula Marques, que protagonizou o programa «Supernanny», da SIC. Porém, não há uma maneira simples de contar o que aconteceu. «Nunca devemos ocultar a verdade às crianças. Os mais pequeninos ainda não percebem, mas os mais velhos que já andam na escola e sabem ler, acabarão por saber e ouvir algo que os pode confundir e magoar. Claro que devemos falar com o máximo cuidado e com as palavras adequadas à idade», começa por dizer.

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