Cláudio Ramos, de sunga na praia, abre o livro das inseguranças

Cláudio Ramos mostrou-se de sunga branca na praia e acabou por falar sobre as inseguranças que tem em relação ao aspeto físico

Cláudio Ramos, de sunga na praia, abre o livro das inseguranças

Cláudio Ramos mostrou-se de sunga branca na praia e acabou por falar sobre as inseguranças que tem em relação ao aspeto físico

Cláudio Ramos foi mais um entre tantos portugueses a aproveitar o fim-de-semana de sol e calor para uns banhos de mar. O apresentador do “Dois às 10”, da TVI, partilhou alguns desses momentos na praia nas redes sociais. Numa destas publicações, Cláudio Ramos mostrou-se de sunga branca – como já o fez noutros anos – e acabou por falar sobre as suas inseguranças com o aspeto físico. ”A preto e branco e ao longe que é a única maneira de disfarçar o resto”, começou por escrever. E completou: “isto já não é nem o que era nem o que eu queria que fosse.”  Os fãs não concordaram com o conhecido rosto da TVI e encheram-no de elogios na caixa de comentários. “Não tens nada que disfarçar, estás ótimo”, “Cláudio, está muito bem para a idade que tem…”, “Maravilhoso”, “Aos meus olhos está um ‘pão’. Giro e jeitoso que se farta” e ” Quem Dera a muitos mais novos” são apenas alguns dos exemplos.

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Revoltado, Cláudio Ramos arrasa tratamento dado à irmã no hospital

Cláudio Ramos perdeu as estribeiras e mostrou-se revoltado no “Dois às 10”, esta quarta-feira, 1 de junho. Tudo por causa da forma como a irmã, Telma, foi tratada num hospital público. O apresentador da TVI explicou que a irmã se dirigiu a um hospital no Alentejo, onde vive, no qual lhe foi atribuída uma pulseira amarela. Porém, acabou por esta “quatro horas” à espera e, sem nunca se atendida, acabou por ser mandada por outro hospital, que fica a “100 quilómetros” de distância.

“A minha irmã Telma foi para o hospital ontem e esteve quatro horas com a pulseira amarela, aparentemente com um quisto rebentado na barriga. Mandaram-na dali para Évora, que são 100 km… Uma mulher que não tem nem carro e não tem como ir”, relatou, visivelmente irritado.

Aproveitando para deixar um recado a quem gere as instituições públicas de saúde, Cláudio Ramos explicou que, nestas condições, a irmã só poderia ir ao hospital no dia seguinte, altura em que teria transportes públicos para o fazer. “Sai dali, vai para casa dela e tem esperar para no dia seguinte apanhar um transporte para ir para Évora.” “A porcaria do país não funciona desta maneira”, criticou, por fim.

Texto: Joana Dantas Rebelo; Fotos: Reprodução Instagram

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