Catarina Furtado recusa convites de outros canais: “Não vale tudo”

Catarina Furtado não troca a “liberdade” e o “exercício do que é conteúdo de serviço público” de televisão por audiências. E foi isso que a fez dizer “não” a convites de outros canais.

Catarina Furtado recusa convites de outros canais:

Catarina Furtado recusa convites de outros canais: “Não vale tudo”

Catarina Furtado não troca a “liberdade” e o “exercício do que é conteúdo de serviço público” de televisão por audiências. E foi isso que a fez dizer “não” a convites de outros canais.

Catrina Furtado foi convidada a trocar a RTP por outros canais de televisão e disse não. Agora, a apresentadora, de 49 anos, explica o que a mantém na estação do Estado. Em entrevista à revista “Et Cetera”, a comunicadora frisa, antes de mais, que “nas diferentes vezes” que já foi convidada, sentiu-se “sempre agradecida pela vontade” de a quererem”. “Mas cheguei (até agora) sempre à conclusão de que não desvalorizo de todo a questão da liberdade, do exercício do que é conteúdo de serviço público”, diz. “Independentemente de eu também gostar de puro entretenimento, não acho que seja o vale tudo e tenho muito bem noção daquilo que não me apeteceria fazer por mais audiência que tivesse”, completa Catarina Furtado.

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A apresentadora não fecha, porém, portas a outros canais ou outros desafios. “Há sempre margem para mudar e sou muito a favor de mudanças que nos agitem. Acho que a minha versatilidade também se coaduna, mas têm de ser mudanças que não prejudiquem a minha estabilidade emocional, que não exijam ‘fingimento’ de que está tudo bem”, admite. Catarina Furtado prepara-se para dar a cara, a partir de 17 de outubro e ao lado de Vasco Palmeirim, pela 10.ª temporada de “The Voice Portugal”. Marisa Liz, Aurea, António Zambujo e Diogo Piçarra voltam a ser os menores de serviço.

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A também embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) estreou-se como apresentadora em 1992 em “Top+”, da RTP. Um ani depois, Maria Elisa convenceu-a a mjudar-se para a SIC, onde conduziu o programa de caça-talentos e então fenómeno de popularidade “Chuva de Estrelas”. Voltou à RTP em 2003.

Texto: Ana Filipe Silveira

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