Carolina Patrocínio e Diana Chaves entram em campo com os maridos

A Seleção Nacional está na Rússia a disputar o Mundial. Em terras lusas foi a vez de Carolina Patrocínio, Gonçalo Uva, Diana Chaves e César Peixoto mostrarem o que valem em campo.

Carolina Patrocínio e Diana Chaves entram em campo com os maridos

A Seleção Nacional está na Rússia a disputar o Mundial. Em terras lusas foi a vez de Carolina Patrocínio, Gonçalo Uva, Diana Chaves e César Peixoto mostrarem o que valem em campo.

O dia era de sol, mas ao mesmo tempo de alguma chuva. No entanto, nem a meteorologia foi capaz de afastar Carolina Patrocínio e Gonçalo Uva do confronto com Diana Chaves e César Peixoto.

Os dois casais entraram em campo e mostraram estar à altura do desafio que lhes foi proposto.

A vitória ficou no lado do casal Patrocínio-Uva, mas nem a derrota foi capaz de deitar César e Diana a baixo.

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Depois do empate com Espanha e a vitória sobre Marrocos, Gonçalo Uva confessa que o jogo da próxima segunda-feira contra o Irão «será complicado», mas ainda assim considera que até agora «os resultados foram melhores do que as prestações».

Já Carolina revela estar «confiante» com o desempenho de Portugal e afirma que devemos continuar de «cabeça erguida».

Para César Peixoto, em futebolista, a prestação da seleção das Quinas tem dado frutos.

«Em termos de resultados estamos bem. não temos jogado um futebol muito positivo, muito alegre, mas tem conseguido resultados», afirma.

Os jogos de futebol em casa de César Peixoto e Diana Chaves

Como em todas as casas, existem umas pessoas que percebem de futebol, e há outras que simplesmente vivem o momento com euforia.

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Tal é o que acontece na casa de Diana Chaves e César Peixoto.

«Lá em casa há duas formas de se ver o Mundial», começa por referir Diana. «A parte mais eufórica, que sou eu, os miúdos…depois a parte mais calma, mais ponderada, que é do César», revela.

Diana confessa que vive o Mundial de forma eufórica ao ver os golos, as faltas, as defesas. No entanto César dedica-se mais à parte técnica dos jogos, no entanto afirma «gosto muito de ver a parte familiar e da euforia, juntamente com os petiscos».

As recordações que Gonçalo e César guardam

Para César Peixoto o que fica são as coisas boas, tal como todas as vitórias e títulos que conquistou ao longo da sua carreira e afirma: «tenho orgulho na minha carreira».

Já Gonçalo Uva revela que se lembra de praticamente todos os jogos e que em cada um tem uma história diferente para contar.

«Sem duvida que o que levo são as amizades que fiz pelos quatro cantos do mundo com os quais partilho histórias emocionantes», revela.

Conta ainda uma história caricata que viveu no Mundial de 2007 quando ficou totalmente vestido com o equipamento dos All Blacks, equipa da Nova Zelândia.

«Há uma história engraçada no Mundial de 2007 em que, após o jogo com a Nova Zelândia, fui ao balneário deles, trocamos equipamentos, bebemos uma cerveja, e dou por mim completamente equipado à All Blacks, dos pés à cabeça. Eles chegaram a dizer que tinham um jogador novo. É um hábito normal no desporto [a troca de camisolas], porque é a troca do suor e do respeito que há entre as equipas e que acabam de ficar para a história», confessa.

Fim de carreira intermitente?

Gonçalo Uva anunciou recentemente que iria terminar a sua carreira no rugby. O ex-jogador confessa que o seu último desejo seria «deixar o rugby português na divisão na qual se encontra.

Tanto para Gonçalo, como para toda a família este é um momento triste e melancólico, mas que no entanto se sentem felizes por ter o «pai» mais tempo perto da família.

«Tem sido melancólico este final e esta despedida do Gonçalo, não é só ele que está triste, mas toda a família vê um capítulo a ser fechado, mas estamos muito contentes de o ter mais tempo em casa», confessa Carolina Patrocínio.

Gonçalo Uva avançou ainda que em novembro poderá estar de regresso ao rugby para jogar o playoff de subida.

«Partilharam comigo que há um jogo do playoff de subida no início de novembro. Sinceramente não estou a pensar nele agora…se em setembro quando os treinos voltarem eu me sentir capaz de dar mais uns meses ao rubgy é uma decisão que teremos de tomar em família e tomarei essa decisão na altura», conta.

Para já Gonçalo quer aproveitar o tempo com a mulher e com as filhas.

Texto: André da Silva Carvalho / Fotos: Marco Fonseca

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