Bruno Nogueira chora morte de participante de programa da SIC Tabu

Bruno Nogueira está de rastos pela morte de Lídia Anjos, uma das sua convidadas no episódio de Tabu, que abordou o tema das doenças incuráveis. Nas redes sociais, o humorista despediu-se da convidada: “Um exemplo superior”.

Bruno Nogueira chora morte de participante de programa da SIC Tabu

Bruno Nogueira chora morte de participante de programa da SIC Tabu

Bruno Nogueira está de rastos pela morte de Lídia Anjos, uma das sua convidadas no episódio de Tabu, que abordou o tema das doenças incuráveis. Nas redes sociais, o humorista despediu-se da convidada: “Um exemplo superior”.

Bruno Nogueira despediu-se publicamente de Lídia Anjos, de 55 anos, que recebeu no programa “Tabu”, da SIC. A convidada do humorista no episódio que abordou o tema das doenças incuráveis, morreu esta segunda-feira, 20 de junho, após perder a luta contra um cancro nos ovários que lhe foi diagnosticado em 2014.

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“A querida Lídia, que tive a sorte de conhecer no episódio do Tabu, partiu. Um exemplo superior de como lidar com as rasteiras da vida. Obrigado, maravilhosa Lídia”, escreveu Bruno Nogueira num storie do Instagram no qual partilhou uma imagem de Lídia.

No programa gravado na Comporta, Setúbal, onde Bruno Nogueira se isolou durante vários dias com os participantes, Lídia Anjos – que sempre mostrou ser uma mulher divertida – contou que recebeu o diagnóstico de cancro nos ovários aos 47 anos, através de uma ecovaginal.
Bruno Nogueira lamenta morte de Lídia Anjos

Depois de ser encaminhada para o Instituto Português de Oncologia (IPO) o cancro, “por sorte, foi apanhado a tempo”. Lídia realizou uma histerectomia e achou, mais tarde, que estaria tudo controlado. “Fiz a quimioterapia e, aparentemente, não tinha a doença e estava bem. Só que dois anos e meio depois apareceram as metástases” na artéria aorta, contou, acrescentando que quando lhe soube a notícia “ficou em choque” mas foi trabalhar na mesma.

“Chorei o que tinha de chorar, mas também não perdi muito tempo a lamentar-me pelos cantos. Tinha de resolver o assunto”, revelou a Bruno Nogueira, dizendo que não havia espaço para o medo. “A minha família diz que ao fim de sete anos ainda não me caiu a ficha”, disse entre sorrisos, sublinhando, na altura, a sua máxima: “É um dia de cada vez, o melhor possível enquanto cá estiver”.

Texto: Carla S. Rodrigues;
Fotos: Redes sociais

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