A Pipoca Mais Doce e a TVI: “Pagam-me para insultar pessoas. Isso é espetacular”

A Pipoca Mais Doce está feliz com o programa “Betclic: Mano a Mano”. A nova aposta da TVI tem estreia marcada para 16 de abril e vai ser transmitida aos sábados, já perto da meia-noite.

A Pipoca Mais Doce e a TVI: “Pagam-me para insultar pessoas. Isso é espetacular”

A Pipoca Mais Doce está feliz com o programa “Betclic: Mano a Mano”. A nova aposta da TVI tem estreia marcada para 16 de abril e vai ser transmitida aos sábados, já perto da meia-noite.

A Pipoca Mais Doce e Gilmário Vemba são os anfitriões de “Betclic: Mano a Mano”, programa que a TVI emitirá aos sábado, perto da meia noite, a partir de 16 de abril. E que contará ainda com as participações de Nuno Duarte, conhecido por Tio Jel, Inês Abrantes, treinadora de kickboxing, muay thay e personal trainer, e Pedro Henriques, árbitro e comentador desportivo. Na apresentação à imprensa, Ana Garcia Martins, nome de batismo de A Pipoca Mais Doce, disse estar satisfeita que esta aposta da TVI, que resumiu com “uma batalha de insultos fofinhos”. “É um formato que tem tudo a ver comigo. Tudo o que seja insultar pessoas e, ainda por cima, pagarem-se para isso é espetacular. Estou muito à vontade com isso”, brincou a agora apresentadora.

“O presidente cai para o lado”. Namorada de Bruno de Carvalho arrasa com novo corte de cabelo
Liliana Almeida mudou pela primeira vez de visual desde que entrou na casa do “Big Brother Famosos”, no início deste ano. A namorada de Bruno de Carvalho mostrou o resultado está a ser inundada de elogios.

A mecânica de “Betclic: Mano a Mano” é simples: “Em cada episódio, há duas duplas de concorrentes. De um primeiro combate, sai um finalista. De um segundo combate sai outro. Depois, temos um combate final, no qual será eleito o grande vencedor, escolhido pelo painel de jurados e a quem é entregue o cinto da vitória”, explicou a ex-comentadora do “Big Brother Famosos”, explicando ainda que “cada equipa está alocada a um apresentador”, que fará de tudo para sair vencedor. “Claro que eu sou super parcial, obviamente, e tento corromper o júri o máximo que posso”, atira A Pipoca Mais Doce.

“Apresentar é um desafio”

Se o humor é uma área em que Ana Garcia Martins se mexe como peixe na água, a apresentação televisiva revela-se “um desafio”, assume. “A parte boa”, frisa, é que o programa “vive muito do improviso”. “Temos toda a liberdade para dizermos o que queremos. Claro que existe um guião e umas regras básicas, mas temos muita margem para sermos exatamente quem somos. E brincarmos dentro do nosso registo. O Gilmário é um bocadinho o polícia bom, é a figura mais simpática. E eu sou a má da fita. Que está aqui sempre com muito sarcasmo, com um certo toque de desdém. Acho que acaba por ser um complemento engraçado”, sublinha.

Com convidados de várias áreas da sociedade, A Pipoca Mais Doce frisa que todos “sabem que vão ser insultados, mas que também podem responder”. “Já tivemos humoristas a perder para não humoristas e é engraçado vê-los a ser enxovalhados na sua área de trabalho. É absolutamente espetacular”, ironiza. “Eu entendo que este conceito seja difícil e que as pessoas achem que há sempre um alto nível de agressividade implícito, mas não é. Isto é fazer piadas e sabemos que vimos para ouvir, mas também para dizer. É deixarmos o ego à porta”, alerta a coapresentadora do formato.

“Venho fechar isto daqui a dez anos”

Quem não se vai sujeitar a ser ‘gozada’ é Cristina Ferreira. “Um roast a mim demoraria umas cinco horas e eu não tenho espaço em antena agora”, riu-se a Diretora de Entretenimento e Ficção da TVI. “Agora a sério: Sei que seria muito bom, porque sou um alvo fácil para este tipo de programas, mas entendemos que não o deveria fazer durante esta primeira série”, acrescentou.

A responsável garantiu ainda que, depois desta primeira temporada, composta por 10 programas, “Betclic: Mano a Mano” pode continuar a ser uma aposta do canal de Queluz de Baixo. “É como qualquer outro programa de televisão: para já, tem um determinado número de episódios. Se correr bem, há mais, se não correr bem, está feito”. A ideia é do agrado de A Pipoca Mais Doce. “É muito bom sinal se for para continuar. Eu estou absolutamente disponível. Acho que faz falta um programa destes e as pessoas estão dispostas a consumir tudo o que é humor”, afirmou.

Ainda assim, Ana Garcia Martins não esconde que preferia que o formato fosse para o ar em direto. Essencialmente por uma questão de logística. “O direto é muito mais rápido, porque sabemos a que horas entramos e a que horas saímos. Aqui [nas gravações, que decorrem em Lisboa], só sabemos a que horas entramos”, termina.

Texto: Ana Filipe Silveira; Fotos: Helena Morais

 

Impala Instagram


RELACIONADOS