A mensagem escondida no look de Carlos Costa: «Não posso ser conivente é com o apoio às touradas»

Carlos Costa esteve presente na gala Troféus Impala de Televisão 2019 e não deixou de passar uma mensagem bastante importante.

A mensagem escondida no look de Carlos Costa: «Não posso ser conivente é com o apoio às touradas»

Carlos Costa esteve presente na gala Troféus Impala de Televisão 2019 e não deixou de passar uma mensagem bastante importante.

Carlos Costa não gosta de deixar nada por dizer. Foi isso que aconteceu este domingo, 8 de setembro, quando marcou presença na gala de entrega dos Troféus Impala de Televisão 2019, que se realizou no Cinema São Jorge, em Lisboa. O artista, que gosta de usar a imagem para passar mensagens, optou, desta vez, por «pedir que haja algum decoro com o massacre animal».

«Não estou a gritar o fim às touradas. Mas eu tenho viajado muito e passado muito tempo em Espanha. Também passei pela experiência da Quinta [das Celebridades, na TVI] e cresci no Porto Moniz [Madeira], onde se criam animais para consumo caseiro. Mas se há coisa com a qual não posso ser conivente é com o apoio às touradas», explica o artista.«Somos evoluídos e temos inteligência suficiente para não termos prazer a ver touros a serem espetados no meio de uma arena», acrescenta, em declarações ao site da revista Maria.

Com uma jaqueta na qual foram ‘espetadas’ farpas – um look criado pelo Bravo’s Atelier -, Carlos Costa volta assim a marcar uma «posição na sociedade». É precisamente isto, conta, que mais preocupa os pais do artista. «Se a minha mãe pudesse, metia-me dentro de uma caixinha. O problema dos meus pais não sou eu, mas os ataques de que sou vítima. Eles sofrem apenas por isso. A minha mãe também sabe que eu não gosto de passar o peso das minhas coisas para os outros e fica agoniada com isso», desabafa.

«Foi difícil conseguir o respeito das pessoas»

Desde a sua estreia no mundo audiovisual (com Ídolos, da SIC, fez neste mesmo dia 9 anos) que Carlos Costa mudou. Um processo longo e muitas vezes doloroso, que começou quando o cantor percebeu que «precisava» de ser ele mesmo. «Ou era isso ou era uma versão encubada, apertada, de mim mesmo. Ou tenho o cabelo como deve ser ou tenho aqueles cabelinhos pequenininhos e encaracolados do Ídolos. Ou levo um salto de meio tamanho ou levo um salto como deve ser», atira.

Uma década depois, e apesar desse caminho cheio de conquistas e de dissabores, Carlos, de 27 anos, sente «cada vez mais que as pessoas» o respeitam e admiram se mostra como é. Foi difícil conseguir esse respeito. Na altura do Ídolos, eu metia umas leggings e era criticado por isso. Hoje em dia já não», termina.

Texto: Ana Filipe Silveira; Fotos: Impala

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