Kim Kardashian perde 7 quilos para usar vestido histórico de Marilyn Monroe na Met Gala

Kim Kardashian usou um vestido histórico de Marilyn Monroe na Met Gala. O look da socialite está a gerar muita controvérsia nas redes sociais.

Kim Kardashian perde 7 quilos para usar vestido histórico de Marilyn Monroe na Met Gala

Kim Kardashian usou um vestido histórico de Marilyn Monroe na Met Gala. O look da socialite está a gerar muita controvérsia nas redes sociais.

Kim Kardashian apanhou todos de surpresa ao desfilar na passadeira da Met Gala com o vestido histórico de Marilyn Monroe. O evento aconteceu nesta segunda-feira, 2 de maio, em Nova Iorque e o look da socialite está a dar muito que falar… para o bom, e para o mau. Para a ocasião, Kim Kardashina usou um vestido cor de pele cravejado de pedras brilhantes. O modelito pertencia a Marilyn Monroe e foi usado quando a artista cantou os parabéns ao então presidente dos Estados Unidos da América, John F.Kennedy, em 1962. A ex-mulher de Kanye West completou o look com um casaco de pelo branco, com uns brincos em diamante e com uns stilletos em tom nude.

“Este é um vestido de Marilyn Monroe e tem 60 anos. Ela usou-o quando cantou os parabéns [‘Happy Birthday’] ao presidente John F. Kennedy, em 1962. Experimentei-o e não me servia. E eu disse, ‘dêem-me três semanas’. Tive de perder 7 quilos até hoje”, começou por revelar Kim Kardashian, em declarações à revista Vogue. “Foi um enorme desafio, como se fosse um papel para um filme. Estava determinada em vesti-lo. Não comi carboidratos ou açúcar durante três semanas”, acrescentou.

O modelito, desenhado à medida para Marilyn Monroe pelo designer Jean Louis, custou 12 mil dólares, aproximadamente 11.400 euros,  e era tão justinho que teve de ser cosido ao próprio corpo da artista. Segundo avança a imprensa internacional,  a Ripley’s Believe It or Not! comprou peça num leilão em 2016 por 4,81 milhões de dólares, cerca 4,6 milhões de euros. Kim Kardashian decidiu ainda pintar o cabelo de loiro em homenagem a Marilyn Monroe.

Uso do vestido de Marilyn Monroe gera controvérsia

Esta foi a primeira vez que alguém usou o vestido histórico depois da já falecida artista o estrear e a situação está a gerar muita controvérsia. Tudo porque o vestido tem estado guardado num quarto com temperaturas controladas para não ficar danificado e, de repente, a socialite vestiu-o para o desfile da Met Gala. Se muitos fãs adoraram o visual de Kim, foram vários os que consideraram “ultrajante” a socialite ter usado um vestido histórico, que estava a ser preservado.

Ana Garcia Martins, mais conhecida por A Pipoca Mais Doce, foi uma das primeiras a manifestar-se sobre o tema e não poupou nas críticas a Kim Kardashian. “Diz a Kim que não se lembrou de nada mais americano do que a Marilyn, mas diz o povo que isto é um ultraje, uma pouca vergonha, uma busca desesperada por atenção, e que a pobre Marilyn deve estar a falecer pela segunda vez ao ver o seu vestido mais famoso no corpitxo de uma mana Kardashian”, começou por escrever a ex-comentadora do Big Brother, na legenda de uma publicação que fez nas redes sociais.

E continuou: “Como se não bastasse, a fofa da Kim ainda achou boa ideia vir dizer que se sujeitou a toda uma provação para conseguir enfiar-se no vestido, que não podia ser alterado de jeito nenhum e que, vá, não era propriamente compatível com o tamanho do rabo dela. Vai daí, emagreceu sete quilos em três semanas e usou aquele sapatinho básico de stripper para ganhar uns centímetros, porque a Marilyn era mais alta.

Mas as críticas não ficaram por aqui. “Nem vamos falar do cabelo tingido de louro platinado ou do facto de ela não conseguir dar dois passos pelo facto de o vestido ser super justo (claramente, o vestido não foi desenhado para desfilar). Acho que está tudo tão errado aqui. Não sei como é que a Kim passou a noite sabendo que se inspirasse com mais força ou se entornasse uma pinga de Casal da Eira, podia f*** um vestido histórico. É por estas e por outras que nunca peço roupa emprestada às migas”, terminou.

Texto: Mafalda Mourão;
Fotos: Reuters e D.R.

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