Fernando Póvoas marcado por morte de filho

Fernando Póvoas revelou que perdeu um filho quando este tinha 18 dias de vida. “Foi muito difícil, porque era um rapaz, e eu queria um rapaz…”, desabafou o médico.

Fernando Póvoas marcado por morte de filho

Fernando Póvoas revelou que perdeu um filho quando este tinha 18 dias de vida. “Foi muito difícil, porque era um rapaz, e eu queria um rapaz…”, desabafou o médico.

Fernando Póvoas tem o seu passado marcado pela morte de um filho, quando tinha apenas 18 dias. O médico revelou tudo em entrevista a Manuel Luís Goucha no programa das tardes da TVI. “Nasceram três, perdi um… Perdi um bebé com 18 dias, o meu Diogo. Mas, entretanto, tenho duas filhas”, disse Fernando Póvoas ao apresentador do canal de Queluz de Baixo. O médico e pai de Ana Cristina e Ana Rita, com 40 e 30 anos, respetivamente, nascidas do seu casamento com Ana Maria.

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“Era o segundo [filho]. Ele nasceu com 800 gramas e perdemo-lo ao fim de três semanas. Foi muito difícil, porque era um rapaz, e eu queria um rapaz… mas as minhas filhas são espetaculares”, prosseguiu o médico. “Hoje tenho um neto que se chama Diogo”, acrescentou ainda. O menino tem 11 anos e é filho de Ana Cristina.

O neto de Fernando Póvoas que “embirrava” com o avô

Há dois anos, no programa da SIC “Amigos Improváveis“, Fernando Póvoas contou que o neto “embirrava” com ele. “Sou um apaixonado pelos caminhos de Santiago [de Compostela]. Já cheguei a fazer sete vezes o caminho até lá: desde França, do Porto, etc. Comecei por ir por convívio com amigos e fazer algum exercício. A primeira vez que fui a Santiago, tinha nascido o meu primeiro neto há dois, três meses e nós, avós, ficámos muito eufóricos”, contou.

“O facto é que o meu neto ia com facilidade para o colo das outras pessoas, mas quando vinha para o meu colo fazia sempre uma cara estranha e pouco feliz. Fiquei caladinho e nunca disse a ninguém que tinha essa tristeza. Chegámos a Santiago no dia da Páscoa, a minha filha foi ter connosco e levou o bebé. Fui pegar no meu neto e, quando pego nele, ele sorriu para mim e eu escondi-me, porque as lágrimas vieram-me aos olhos. Acho que, a partir daí, comecei a tratar o Santiago por ‘tu’ e converso com ele muitas vezes”, terminou.

Texto: Ana Filipe Silveira; Fotos: DR

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