Alexandra Lencastre aos beijos na boca com três mulheres (veja as fotos)

Alexandra Lencastre tem um vasto currículo de brincadeiras como a que aconteceu este domingo em A Tua Cara Não Me É Estranha, quando beijou Carolina Torres na boca. Veja as imagens em que a atriz se “embrulha” na brincadeira com Beatriz Batarda e Benedita Pereira.

Alexandra Lencastre e Carolina Torres protagonizaram um momento inédito no último programa A Tua Cara Não Me É Estranha. Trocaram um beijo na boca! O público ficou em êxtase e foram várias as gargalhadas. Manuel Luís Goucha fez questão de comentar o beijinho e disse: “Depois, digam que eu é que sou”, numa clara referência à sua homossexualidade.

Se no exemplo anterior se tratava de um momento da vida real e não da interpretação de um papel, desta vez não

Em tempos, pudemos também ver Alexandra Lencastre numa curta-metragem de Afonso Pimentel aos beijos na boca a Beatriz Batarda. Se no exemplo anterior se tratava de um momento da vida real e não da interpretação de um papel, desta vez não: quem se beija são duas personagens – nada de estranho, portanto – era um trabalho. Ponto.

Alexandra Lencastre e Benedita Pereira beijaram-se por mais do que uma vez à frente dos colegas, que as fotografaram em pelo menos duas ocasiões

as atrizes beijaram-se por mais do que uma vez à frente dos colegas, que as fotografaram
Alexandra e Benedita beijaram-se por mais do que uma vez à frente dos colegas, que as fotografaram em pelo menos duas ocasiões

Estas, todavia, não foram as primeiras vezes em que Alexandra Lencastre foi apanhada aos beijos na boca a mulheres. Há cerca de 12 anos, sensivelmente, quando protagonizou Ninguém Como Tu, fazia o papel de uma pérfida e desprezível rica, mãe da personagem de Benedita Pereira.

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Nos intervalos das gravações, porém – que as imagens publicadas em tempos pela revista entretanto extinta Oh là là –, as atrizes beijaram-se por mais do que uma vez à frente dos colegas, que as fotografaram em pelo menos duas ocasiões: entre cenas e vestidas com o guarda-roupa das personagens, num primeiro momento, e no refeitório dos estúdios de Vialonga, onde Ninguém Como Tu era gravada.

«Sempre me revoltei contra o rótulo de sex symbol», revela Alexandra para confessar que sempre se viu como o patinho feio da família

Numa entrevista publicada em tempos no jornal Público, Alexandra Lencastre falou sobre a sua sexualidade sem pudores, embora este tipo de episódios nunca lhe tenha sido colocado.

«Sempre me revoltei contra o rótulo de sex symbol», revela a certo momento, antes de explicar que sempre se viu como o patinho feio da família. «Tenho de recuar e lembrar-me de que entre mim e o meu irmão, ele é que era o bonito.

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«O que se comentava na família era ‘que pena não terem nascido ao contrário, ela rapaz e ele rapariga’. ‘Ele é tão bonitinho e ela é toda torta’. Fui crescendo com grandes complexos», confessa.

«Fiz dez anos de natação, o que tornou o meu corpo muito pouco feminino e muito pouco gracioso. Com os ombros largos, com um peito largo»

«Fui uma adolescente muito impopular», lamenta. «Não tinha namorado, não tinha hordas de rapazolas atrás de mim. Fui-me refugiando no desporto. Fiz dez anos de natação, o que tornou o meu corpo muito pouco feminino e muito pouco gracioso.

«Com os ombros largos, com um peito largo. E depois um bocado a direito, sem anca, sem aquela anca feminina que sempre desejei ter. Agora tenho, mas também tenho a faixa de Gaza.

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«Uma zona complicada, uns pneus que não deviam estar aqui [riso]. Fui-me refugiando dentro deste corpo, fui-me protegendo dos outros, camuflando este corpo. Sendo muito arrapazada.

«Vestia blazers, muitas vezes do meu pai, com as mangas enroladas, largueirões. Com umas T-shirts fora dos jeans, botas de caneleiras alentejanas com protectores, para fazer barulho como os homens. Tinha graça.»

«Fazia por esconder» o par de mamas. «Tinha um peito exageradamente grande para a minha estatura», lamenta Alexandra

Num outro momento da conversa com a jornalista e apresentadora Anabela Mota Ribeiro, contou também que se envergonhava do corpo, ao ponto de esconder-se, mas que houve um momento de viragem.

«Fazia por esconder» o par de mamas. «Tinha um peito exageradamente grande para a minha estatura, para a minha postura e para a minha cabeça.» Deixou de ver as mamas e o corpo como um problema e passou a usá-lo como trunfo mais tarde e, na mesma entrevista, acaba por explicar como tudo se aletrou.

«Eu achava que as minhas pernas eram iguais às que estão nos supermercados, seis coxinhas de frango, todas juntas. Não tinha sequer aquela perna longa»

«Quando comecei a fazer teatro, fiz uma série de ingénuas dramáticas, a Maria do Frei Luís de Sousa. Estreei-me a fazer uma ninfa dos bosques numa peça do Pasolini, com o Mário Feliciano. No Teatro Experimental de Cascais, o Carlos Avillez resolve fazer O Balcão do Jean Genet, pensei que não tinha papel, ele dá-me a Chantal, uma jovem prostituta que se apaixona por um rapaz que está metido na revolução.

«Pela primeira vez fui obrigada a deixar crescer um bocado as unhas (estão sempre a partir-se, não há remédio, nunca tive boas unhas) e a pintá-las de vermelho. Muito maquilhada, um grande decote – e foi aí que teve de começar a expôr os seios], uma saia com uma grande abertura de lado.

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«A entrada dela era marcada pela unha num gradeamento a fazer [imita o barulho] ra-ta-ta, e pelos saltos. Eu achava que as minhas pernas eram iguais às que estão nos supermercados, seis coxinhas de frango, todas juntas.

Não tinha sequer aquela perna longa. […] Comecei por perceber que o meu corpo era um trunfo quando o João Perry dizia, de forma muito engraçada, que eu pintava uma carinha em cima da minha num trabalho que fizemos juntos; e que depois aprendi a fazer isso no dia-a-dia, que nunca mais consegui deixar de fazer. Foi quando fizemos A Banqueira do Povo.»

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