Este pode ser o futuro dos tratamentos contra o cancro

A luta contra o cancro pode estar mais próxima de ser ganha. Tratamento inovador com “hibernação” já foi testado

Este pode ser o futuro dos tratamentos contra o cancro

Este pode ser o futuro dos tratamentos contra o cancro

A luta contra o cancro pode estar mais próxima de ser ganha. Tratamento inovador com “hibernação” já foi testado

A luta contra o cancro pode vir a ser ganha nos próximos anos. Para alegria dos familiares e dos doentes que sofrem com esta patologia, foi descoberta uma forma de combater o cancro: baixar a temperatura do corpo, dando mais tempo aos médicos para tratar os tumores. Dr. Marco Durante, cientista italiano, revela que colocar os pacientes num sono profundo – como num estado de hibernação – e baixar a temperatura corporal dos 37ºC normais para cerca de 13-15ºC fará abrandar as funções do corpo para os níveis de uma paralisia virtual.

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Desta forma, com tempo para tratar as doenças – que em muitos casos já está espalhada pelo corpo – os tratamentos serão mais eficazes, uma vez que os tecidos inativos respondem melhor à radioterapia. Dr. Marco Durante, um dos especialistas mundiais em radioterapia, afirmou que este processo é o “futuro” do cancro. A ideia é criar um estado semelhante ao da hibernação, induzido com drogas.

Cancro: especialista explica

“Não se pode fazer cirurgias em todo o lado para remover o cancro nem usar a radiação em todas as partes do corpo afetadas [nos casos em que o cancro se espalhou pelo corpo – metástases] porque mataríamos o doente. Mas se conseguirmos colocar o paciente num torpor sintético poderíamos travar o crescimento do cancro. Isso dá-nos tempo e aumenta a resistência à radioterapia. Assim poderíamos tratar as diferentes metástases sem matar o paciente”, refere o especialista.

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Espera-se que, ao acordar, o paciente esteja curado do cancro. Apesar de ainda não ter sido testado em humanos, o cientista acredita que a abordagem pode vir a ser usada nos próximos cinco a dez anos. O processo inovador já foi testado com sucesso em ratos, em 2013.

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