ALERTA | Uso de cuecas fio dental potencia bactéria perigosa

São uma das peças de lingerie da moda, mas a sua utilização regular pode trazer problemas graves para a saúde. Conheça-os e fique atenta.

ALERTA | Uso de cuecas fio dental potencia bactéria perigosa

ALERTA | Uso de cuecas fio dental potencia bactéria perigosa

São uma das peças de lingerie da moda, mas a sua utilização regular pode trazer problemas graves para a saúde. Conheça-os e fique atenta.

O uso de lingerie mais arrojada é hoje uma prática comum da sociedade dos nossos dias. As cuecas fio dental são um exemplo disso mesmo, embora a sua utilização regular possa trazer malefícios desconhecidos.

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O jornal britânico Huffington Post, ouviu alguns especialistas na matéria que deixaram alguns alertas importantes. «Se a pessoa já tem predisposição para ter infecções urinárias ou vaginais, pode ter mais dificuldades em combater este tipo de patologias se usar regularmente este género de cuecas», referiu Jill M. Rabin, professora do Albert Eisten College.

Fio Dental | Características a ter em conta

Muitos modelos deste género de roupa íntima são mais rendados que o normal. Embora o objetivo seja dar uma carga sexy e sensual à utilizadora, os materiais de que estas peças são feitas recomendam cuidados redobrados.

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Para além disso, a maior exposição da zona genital a tecidos como a lycra ou os jeans, aumentam a irritação da zona, potenciando o surgimento de uma bactéria normalmente alojada no cólon – ae. coli – e que com os normais movimentos diários se pode mover e alojar na vagina ou uretra, causando infecções graves, e de difícil resolução.

E no período menstrual?

Se há momento em que o corpo da mulher está mais vulnerável é com o período menstrual. Este é um momento crítico para a utilização de cuecas fio dental.

«O PH da vagina é normalmente ácido, mas,  com o período, torna-se ainda mais ácido e com maior possibilidade de evolução de bactérias na zona», referiu a professora Jill Rabin.

«Recomendo uma higienização criteriosa das cuecas deste género, assim como da zona íntima associada», alerta a médica e professora especialista.

Texto: Pedro Alcaide

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