Mulher sobrevive depois de ser congelada viva

Médicos não acreditavam que a jovem de 19 anos pudesse estar viva mas o improvável aconteceu

Mulher sobrevive depois de ser congelada viva

Médicos não acreditavam que a jovem de 19 anos pudesse estar viva mas o improvável aconteceu

Jean Hilliard tinha apenas 19 anos quando tudo aconteceu no Minnesota, um estado dos EUA. Numa noite fria em que estavam 5 graus negativos na rua, Jean estava a caminho da casa de um amigo quando o seu carro derrapou na estrada. A jovem não conseguiu voltar a ligar o carro e por isso decidiu ir a pé até casa do amigo que ficava a cerca de 3 km de distância.

A jovem de 19 anos não resistiu ao frio e acabou por colapsar com hipotermia a apenas 15 metro da casa de Wally Nelson. O amigo estranhou a ausência de Jean que acabou por ficar na rua durante seis horas. Durante esse período o seu corpo atingiu os 22 graus negativos de temperatura corporal ficando completamente congelado.

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Wally saía para o trabalho às sete da manhã quando encontrou a amiga deitada no chão. O amigo só conseguiu colocar Jean na diagonal no seu carro pois as articulações da rapariga estava completamente rígidas.

Médicos não acreditavam que Jean sobrevivesse

Já no hospital, a enfermeira Dorothy Killian ficou chocada: «O rosto dela estava completamente branco, parecia morta». Quando ligaram Jean ao monitor aperceberam-se que ainda haviam batimentos  cardíacos. Apesar do cepticismo de que a rapariga iria sobreviver, os médicos lutaram por Jean.

As pernas da jovem estavam negras, não se mexiam ou dobravam, as enfermeiras não conseguiam que a agulha penetrasse na sua pele e os olhos da rapariga pareciam estar sem vida.

Mesmo que conseguisse sobreviver, os médicos acreditavam que pudesse ficar com sequelas cerebrais e as pernas podiam ter de ser amputadas.

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Com um cobertor eléctrico, o corpo de Jean foi lentamente descongelando mas duas horas depois teve violentas convulsões.

Surpreendentemente a jovem mostrou sinais de recuparar. 49 dias depois teve alta sem lesões cerebrais e sem qualquer sequela.

Os médicos continuam sem perceber como Jean sobreviveu.

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