Maria Vieira diz ter sido afastada de novela por razões políticas e arrasa TV Globo

Maria Vieira está revoltada com a TV Globo depois de ter sido afastada de Travessia. A atriz fez uma afirmação polémica, em que diz estar a ser alvo de perseguição por motivações políticas.

Maria Vieira diz ter sido afastada de novela por razões políticas e arrasa TV Globo

Maria Vieira está revoltada com a TV Globo depois de ter sido afastada de Travessia. A atriz fez uma afirmação polémica, em que diz estar a ser alvo de perseguição por motivações políticas.

Maria Vieira está revoltada com a TV Globo depois de ter sido afastada de Travessia, a próxima novela das 21h00 do canal de televisão brasileiro. A atriz fez uma afirmação polémica, em que diz estar a ser alvo de perseguição por motivações políticas. O caso já está a ser notícia no Brasil.

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“Terei sido mais uma vez alvo de perseguição, de discriminação e de cancelamento por parte do sistema que regula e domina as contratações levadas a cabo na televisão e no mundo artístico”, declarou Maria Vieira.  Ao ver um seguidor acrescentar que “A Globo é um antro de petistas”, Maria Vieira foi ainda mais longe nas críticas:  “De petistas, de globalistas, de homossexuais e de pedófilos!”

“Como toda a gente sabe eu amo o Brasil e adoro viver e trabalhar por lá”

Num longo texto, Maria Vieira garante que a vaga era sua. “No início do passado mês de maio fui contactada por uma produtora da TV Globo para integrar o elenco de mais uma novela da emissora brasileira, no caso a próxima novela das 9, intitulada A Travessia, da autoria de Glória Perez, que vai ser dirigida pelo Mauro Mendonça Filho, realizador da primeira novela que eu fiz na Globo em 2008/09 – Negócio da China. A novela arrancará aqui em Portugal e terá (ou teria) a participação de uma atriz portuguesa que no caso seria eu, por indicação do próprio diretor”, escreve Maria Vieira.

“Porque tenho uma grande admiração pelo Mauro Mendonça e pela Gloria Perez e porque como toda a gente sabe eu amo o Brasil e adoro viver e trabalhar por lá, como de resto fiz regularmente entre 2008 e 2018. Ficou acordado com a produtora brasileira que eu iria dar início ao processo para a obtenção do meu visto de trabalho no consulado brasileiro em Lisboa (como de resto sempre faço quando vou trabalhar no Brasil) e passados 2 ou 3 dias fui contactada pela Leonor Coelho que é diretora da produtora portuguesa – Blanche Filmes – que vai colaborar com a Globo durante as gravações que irão decorrer no nosso país e que também me confirmou o interesse da emissora na minha contratação”, acrescenta a atriz.

“Entretanto os dias passaram e voltei a contactar a produtora da Globo para obter alguns esclarecimentos, mas como notei alguma displicência da parte da mesma resolvi entrar em contacto com o Mauro Mendonça Filho para saber em que ponto estavam as coisas, e qual não é o meu espanto quando o Mauro me informa que de facto eu fui a sua primeira escolha para o personagem mas que entretanto teria sido feita outra opção que também depende da decisão da empresa e que lamentava ter que ser ele a dar-me essa notícia e que me admirava muito, enfim, todas essas coisas que se dizem quando a pessoa verifica que foi ultrapassada pelas decisões que vêm de cima…”, continua.

“Alguém ‘trabalhou’ nos bastidores para me impedir de integrar o elenco da novela da Gloria Perez”

“Não sei quem, na Globo, decidiu impedir a minha contratação. Não sei se a SIC, ao saber do interesse da emissora brasileira, tentou travar a mesma como já fez no passado, quando tentou impedir (sem sucesso) que eu, o Joaquim Monchique e a Carla Andrino fossemos contratados, ao mesmo tempo que impingia os seus próprios atores, que de resto foram recusados pelo Miguel Falabella, mas o que eu sei é que desta vez alguém «trabalhou» nos bastidores para me impedir de integrar o elenco da novela da Gloria Perez e depois de eu ter sido instruída para iniciar o processo de contratação é legítimo depreender que o facto de eu ser uma atriz conservadora e de Direita e de ser apoiante do presidente Jair Bolsonaro e Deputada Municipal do CHEGA terá sido o único motivo pelo qual eu fui afastada do elenco daquela que seria a minha 4ª novela na TV Globo!”, defende.

“Resolvi denunciar esta situação porque a perseguição e o cancelamento profissional que me são movidos se vêm adensando a cada dia que passa e também porque soube que a minha colega e amiga brasileira – a atriz Elizângela – que no caso foi escolhida pela própria Gloria Perez para fazer parte do elenco da mesma novela, terá sido coagida a tomar a «injeção» contra a «covidagem» para poder integrar o elenco da mesma e tendo em conta que este tipo de decisões e ações ditatoriais são lamentáveis e absolutamente vergonhosas, não hesitei em trazer a público este caso porque é fundamental que o público saiba o que se está a passar no mundo artístico (quer em Portugal, quer no Brasil) e que tome conhecimento das injustiças que estão sendo cometidas em nome do socialismo, do globalismo e do politicamente-correto”, acrescenta.

“Termino informando que guardei os registos de todos os contactos que foram feitos com a produtora brasileira, com a produtora portuguesa e com o director Mauro Mendonça Filho para que ninguém (inclusive os “media” que passam o tempo a perseguir-me e a ostracizar-me) possa dizer mais tarde que eu inventei este lamentável episódio e aproveito para dizer que apesar de me sentir injustiçada neste processo não estou minimamente deprimida com o que sucedeu porque graças a Deus vivo como quero, só faço aquilo que me dá prazer e não devo nada a ninguém”. A polémica já chegou ao Brasil e está a ser noticiada.

Texto: Ricadina Batista; Fotos: Impala e DR

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