Mundial 2018 por Nuno Farinha: Cristiano, 3 - Lionel, 0

Mundial 2018 por Nuno Farinha: Ronaldo e Messi juntos em Novgorod

Mundial 2018 | Os portugueses querem. Os argentinos querem. A FIFA quer. A Nike quer. A Adidas quer. O Mundo quer.

Os portugueses querem. Os argentinos querem. A FIFA quer. A Nike quer. A Adidas quer. O Mundo quer. Se tudo correr como todos queremos, na 6.ª feira, dia 6 de julho, às 15 horas (em Portugal continental), o Mundial 2018 vai ter o jogo de todos os sonhos: Portugal-Argentina, em Novgorod.

Não será a final, mas é como se fosse. Ou ainda mais importante! O planeta vai parar para assistir ao jogo mais esperado de sempre. O primeiro duelo entre Cristiano Ronaldo e Lionel Messi na fase final de um Campeonato do Mundo.

Mundial 2018 | «Seguir-se-á então a Argentina ou a França. Depois, na meia-final, a Alemanha ou o Brasil»

Vamos agora aos ‘pormenores’: para que a nossa Seleção se encontre com ‘Messi e amigos’ nos quartos-de-final deste Rússia 2018 será preciso, primeiro, deixar para trás dois obstáculos duríssimos, ambos já no próximo sábado: nós teremos de ‘enganar’ o Uruguai (19h00) e a Argentina terá de vencer a França (15h00).

A partir daí, então sim, tudo ficará pronto para o jogo de todos os recordes: de audiência televisiva, de decibéis no estádio, de preço de bilhetes (no mercado paralelo), de notícias geradas e que funcionará ainda como o mais sério teste à resistência cardíaca de portugueses e argentinos.

Podia não ter sido assim, mas o destino é o que é. Bastava Portugal não ter sofrido aquele golo frente ao Irão, já no último minuto, e nada disto teria acontecido. Estaríamos agora a preparar-nos para defrontar a Rússia (em vez do Uruguai) e os ‘fregueses’ seguintes seriam, teoricamente, muito mais acessíveis.

Mundial 2018 | «A partir daí, então sim, tudo ficará pronto para o jogo de todos os recordes»

Com aquele 1-1 diante da seleção de Carlos Queiroz, o 2.º lugar no grupo atirou-nos para o ‘lado negro’ da calendário. Até chegarmos à final de dia 15, em Moscovo, temos de começar por vencer o Uruguai, como já sabemos.

Seguir-se-á então a Argentina ou a França. Depois, na meia-final, a Alemanha ou o Brasil.

Por fim, no último jogo, é provável que encontremos a Espanha. Não vai ser fácil. Mas se fosse fácil também não era para nós.

Nuno Farinha, jornalista
#convocado para o #Mundial2018

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