Vitória quer “provocar o erro” do Benfica e apurar-se na Taça da Liga

O treinador João Henriques afirmou hoje que o Vitória de Guimarães quer “provocar o erro” e ser “agressivo” no jogo de quarta-feira, frente ao Benfica, para atingir a ‘final four’ da Taça da Liga de futebol.

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Vitória quer “provocar o erro” do Benfica e apurar-se na Taça da Liga

O treinador João Henriques afirmou hoje que o Vitória de Guimarães quer “provocar o erro” e ser “agressivo” no jogo de quarta-feira, frente ao Benfica, para atingir a ‘final four’ da Taça da Liga de futebol.

Após terem concluído o mês de novembro na sexta posição da I Liga, que dava acesso aos quartos de final da prova a eliminar, os vitorianos deslocam-se a Lisboa para defrontarem os ‘encarnados’, terceiros naquela altura, num desafio em que o técnico promete apresentar a “melhor equipa” e o “melhor plano estratégico” para obrigar o adversário a falhar.

“Vamos tentar provocar o erro: condicionar o Benfica em algumas zonas do campo e condicionar o tempo e o espaço para o adversário tomar a decisão correta. Vamos tentar ser rigorosos quando não tivermos a bola, criteriosos quando a tivermos e agressivos nos dois momentos”, disse, na conferência de antevisão ao jogo marcado para as 21:00.

A formação de Guimarães vai comparecer no Estádio da Luz com o “mesmo objetivo de todos os jogos”, o de vencer, alinhando com os “melhores jogadores” em termos de “condição física” e de “confiança”, após um “jogo exigente” com o Santa Clara, no domingo, que obrigou a sua equipa a “correr atrás do resultado”, mas sem “efeitos práticos”, ditando a eliminação da Taça de Portugal (1-0).

Para disputar a ‘final four’, agendada para janeiro, em Leiria, repetindo a presença na edição de 2019/20, em Braga, na qual perdeu frente ao FC Porto, nas meias-finais (2-1), o Vitória vai ter de superar uma equipa que “entra para vencer todas as competições”, tendo em Jorge Jesus um “treinador experiente, que dispensa apresentações”, considerou João Henriques.

O ‘timoneiro’ vitoriano realçou que o Benfica tem um “plantel vasto e rico na qualidade”, que tem conseguido até agora os objetivos – continua nas quatro provas que disputa, ocupando o segundo posto no campeonato – e é “forte ofensivamente”, apesar das falhas defensivas demonstradas – sofreu 11 golos em nove jogos na I Liga.

“Parece fácil [marcar ao Benfica], porque têm surgido erros não forçados ou situações técnico-táticas que não são normais numa equipa como o Benfica. Defensivamente, pela forma como se expõe, tem sofrido alguns golos na tentativa de fazer o que o treinador pede”, disse.

Os minhotos, por seu turno, apresentam o terceiro pior ataque do campeonato, com sete golos marcados, mas o treinador desdramatizou a estatística, tendo referido que há “alturas” em que as equipas tudo fazem para a “bola entrar”, sem sucesso, e outras em que os “golos surgem com naturalidade”.

Para João Henriques, seria “bom” a formação vimaranense criar “tantas oportunidades” como no jogo anterior, com os açorianos, apesar de ter considerado “perfeito” qualquer resultado que garanta a passagem à fase final da Taça da Liga, incluindo um triunfo no desempate por grandes penalidades.

João Henriques reconheceu ainda que os extremos Marcus Edwards, autor de nove golos pelos vimaranenses na época passada, e Quaresma, internacional português, de 37 anos, não têm alinhado ao mesmo tempo por uma “questão estratégica” e adiantou que o médio André André é “baixa provável” para quarta-feira, depois de ter falhado o duelo com o Santa Clara, devido a uma gastroenterite.

O Vitória de Guimarães defronta o Benfica em jogo dos quartos de final da Taça de Liga de futebol, agendado para as 21:00 de quarta-feira, no Estádio da Luz, em Lisboa.

TYME/GYS // RPC

By Impala News / Lusa

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