Ucrânia: Rússia e Bielorrússia sob bandeira neutra nos Jogos Paralímpicos de Inverno

Os atletas da Rússia e da Bielorrússia vão participar nos Jogos Paralímpicos de Inverno Pequim2022 sob bandeira neutra, e não serão incluídos no quadro de medalhas, anunciou hoje o Comité Paralímpico Internacional.

Ucrânia: Rússia e Bielorrússia sob bandeira neutra nos Jogos Paralímpicos de Inverno

Ucrânia: Rússia e Bielorrússia sob bandeira neutra nos Jogos Paralímpicos de Inverno

Os atletas da Rússia e da Bielorrússia vão participar nos Jogos Paralímpicos de Inverno Pequim2022 sob bandeira neutra, e não serão incluídos no quadro de medalhas, anunciou hoje o Comité Paralímpico Internacional.

Os atletas da Rússia e da Bielorrússia vão participar nos Jogos Paralímpicos de Inverno Pequim2022 sob bandeira neutra, e não serão incluídos no quadro de medalhas, anunciou hoje o Comité Paralímpico Internacional. “O Comité Paralímpico da Rússia (RPC) e a Bielorrússia participarão de forma neutra nos Jogos, sob bandeira neutra e sem serem incluídos no quadro de medalhas”, indica o IPC, em comunicado, divulgado a dois dias do início da competição, que decorrerá entre sexta-feira e 13 de março.

O IPC refere que pretende realizar uma Assembleia-Geral Extraordinária em 2022 para decidir se o incumprimento da trégua olímpica é motivo suficiente para suspender ou banir os comités paralímpicos da Rússia e da Bielorrússia. Na mesma nota, o organismo que tutela o desporto paralímpico mundial garante que, “até nova decisão”, não realizará eventos desportivos na Rússia e na Bielorrússia.

Na quinta-feira, IPC juntou-se ao homólogo olímpico para criticar a quebra da trégua olímpica por parte da Rússia, que lançou uma ofensiva militar sobre território ucraniano. A trégua começou em 04 de fevereiro, pouco antes do início dos Jogos Olímpicos de Inverno, e estende-se até 20 de março, e a sua quebra representa, declarou o presidente do IPC, Andrew Parsons, “uma situação verdadeiramente horrível”.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já mataram mais de 350 civis, incluindo crianças, segundo Kiev. A ONU deu conta de mais de 100 mil deslocados e mais de 836 mil refugiados na Polónia, Hungria, Moldova e Roménia.

 

 

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