Três juízes da invicta recusam buscas a casas de dirigentes do FC Porto

De acordo com CM deste sábado, Carlos Alexandre apresentou ao Conselho Superior da Magistratura queixa contra três juízes da cidade invicta por recusarem-se a permitir buscas a casas de dirigentes do FC Porto.

Três juízes da invicta recusam buscas a casas de dirigentes do FC Porto

Três juízes da invicta recusam buscas a casas de dirigentes do FC Porto

De acordo com CM deste sábado, Carlos Alexandre apresentou ao Conselho Superior da Magistratura queixa contra três juízes da cidade invicta por recusarem-se a permitir buscas a casas de dirigentes do FC Porto.

Três juízes do Tribunal de Instrução Criminal do Porto terão recusado, em 2020, participar numa operação de buscas a casas de dirigentes do FC Porto liderada por Carlos Alexandre, que apresentou queixa ao Conselho Superior da Magistratura. As buscas acabaram por ser efetuadas, mas com magistrados de Lisboa. Os juízes terão justificado sentirem-se constrangidos para participar na investigação, relacionada com negócios de futebol, noticia o CM na edição impressa deste sábado, 8 de janeiro.

Juízes primeiro aceitaram, mas recusaram depois de saberem quem era os alvos das buscas

A situação terá causado mal-estar entre pares, uma vez que os juízes que se recusaram a participar na investigação estão hã mais de uma década no Tribunal de Instrução Criminal. Carlos Alexandre não só se queixou ao Conselho Superior de Magistratura como expressou o receio de fugas de informação relacionadas com a operação. A investigação partiu o Ministério Público – com apoio da Autoridade Tributária – e tinha como alvo FC Porto, Sporting de Braga e Vitória de Guimarães.

Buscas nas casas do presidente do FC Porto e de quatro jogadores dos dragões

Em causa estavam negócios milionários relacionados com jogadores e investigação visava, além dos clubes citados, Carlos Osório de Castro e Jorge Mendes, o advogado e o agente de Cristiano Ronaldo. Depois da recusa dos juízes do Porto, substituídos entretanto pelos de Lisboa, as buscas acabaram por feitas às casas Pinto da Costa, Casillas, Jackson Martinez, Maxi Pereira e Danilo Pereira. Numa primeira abordagem, os juízes aceitaram colaborar com Carlos Alexandre, mas recusaram mais tardem depois de saberem quem eram os alvos das buscas da Operação Fora-de-Jogo.

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