Paulo Gonçalves foi o sétimo desportista profissional português a morrer enquanto competia

Paulo Gonçalves foi o sétimo desportista profissional a morrer enquanto competia.

Paulo Gonçalves foi o sétimo desportista profissional português a morrer enquanto competia

Paulo Gonçalves foi o sétimo desportista profissional português a morrer enquanto competia

Paulo Gonçalves foi o sétimo desportista profissional a morrer enquanto competia.

O motociclista Paulo Gonçalves, que faleceu em 12 de janeiro após uma queda no Rali Dakar e cujo funeral decorre na sexta-feira em Esposende, foi o sétimo desportista profissional português a morrer enquanto competia.

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O piloto , de 40 anos, caiu ao quilómetro 276 da sétima de 12 etapas da 42.ª edição da prova de todo-o-terreno, na Arábia Saudita, tendo sido encontrado inconsciente e em paragem cardiorrespiratória, com lesões graves na cabeça e na zona cervical, que conduziram à declaração do óbito no hospital de Laila.

Membro da equipa indiana Hero, Paulo Gonçalves participava pela 13.ª vez no Dakar, no qual se sagrou vice-campeão em 2015, sendo o segundo profissional a perder a vida em provas motorizadas, depois do automobilista Augusto Mendes.

Com 36 anos e a cumprir a terceira época no Campeonato Mundial de Ralis, o piloto despistou-se ao volante de um Opel Kadett GSI numa ravina da Serra da Lousã, em 01 de março de 1989, durante a sexta classificativa do Rali de Portugal, morrendo a caminho do hospital, enquanto o copiloto Vítor Bento escapou com ferimentos ligeiros.

O lote de malogrados lusos começou a desenhar-se no início do século, concretamente em 15 de julho de 1912, quando Francisco Lázaro desfaleceu na maratona dos Jogos de Estocolmo, tornando-se a primeira vítima mortal dos Jogos da era moderna. O carpinteiro de uma fábrica de carroçarias de automóveis no Bairro Alto, em Lisboa, partiu no pelotão da frente, mas foi sucessivamente perdendo posições e começou a cambalear ao quilómetro 29, na colina de ÖfverJärva, até tombar de vez.

Porta-estandarte da primeira participação olímpica de Portugal, Francisco Lázaro, de 24 anos, morreu na madrugada seguinte, vitimado pelo sebo que espalhou pelo corpo e impedia a transpiração da pele face aos 32 graus sentidos na capital sueca.

O atleta foi homenageado na cerimónia de encerramento pelo próprio Pierre de Coubertin, criador dos Jogos Olímpicos modernos, tal como o mundo do futebol prestou tributo a Fernando Pascoal Neves, mais conhecido por Pavão, em 16 de dezembro de 1973.

Natural de Chaves, o médio sofreu uma paragem cardiorrespiratória ao minuto 13 do encontro entre FC Porto e Vitória de Setúbal, da 13.ª jornada do campeonato, caindo inanimado no relvado do Estádio das Antas e morrendo no Hospital de São João, aos 26 anos, após nove épocas seguidas ao serviço dos ‘dragões’.

No ciclismo, Joaquim Agostinho notabilizou-se à escala mundial através da alcunha ‘Quim Cambalhotas’, devido aos constantes tombos sofridos, que estiveram na origem da sua morte em Quarteira, na décima edição da Volta ao Algarve. Oriundo de Torres Vedras e transportando a camisola amarela, o corredor do Sporting caiu uma última vez aos 41 anos, por causa de um cão, fraturando o crânio em 30 de abril de 1984, dez dias antes de falecer no Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Se o mais emblemático ciclista luso, vencedor de três Voltas a Portugal e dois terceiros lugares na Volta a França, morreu vitimado pela queda, Bruno Neves sofreu uma paragem cardíaca em cima da bicicleta na Clássica de Amarante, em 11 de maio de 2008.

A queda do corredor da extinta LA-MSS ocorreu perto do Alto da Lixa e envolveu Cláudio Faria e Jorge Teixeira, que sofreram golpes ligeiros, enquanto o ciclista de 26 anos, natural de Oliveira de Azeméis, chegou sem vida ao Hospital Padre Américo, em Penafiel.

Pelo caminho, Paulo Pinto também foi atraiçoado por um colapso cardíaco em 02 de março de 2002, ao oitavo minuto do duelo entre Aveiro Basket e Benfica, no Pavilhão dos Galitos, em Aveiro, para a Liga portuguesa de basquetebol.

Oriundo de São João da Madeira, o extremo-poste sucumbiu antes de chegar ao Hospital Infante D. Henrique, interrompendo aos 27 anos uma carreira prometedora, já que era capitão das ‘quinas’, tinha sido eleito jogador nacional do ano em 2000 e foi o primeiro atleta luso a figurar na lista de candidatos ao ‘All-Star’ europeu, um ano antes.

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