Milhares festejam à espera do Flamengo no Rio de Janeiro

Uma multidão de adeptos do Flamengo aguarda a chegada dos jogadores, nas proximidades da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, para saudar a equipa campeã da Taça Libertadores.

Milhares festejam à espera do Flamengo no Rio de Janeiro

Milhares festejam à espera do Flamengo no Rio de Janeiro

Uma multidão de adeptos do Flamengo aguarda a chegada dos jogadores, nas proximidades da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, para saudar a equipa campeã da Taça Libertadores.

Rio de Janeiro, 24 nov 2019 (Lusa) – Uma multidão de adeptos do Flamengo aguarda hoje a chegada dos jogadores, nas proximidades da Igreja da Candelária, no centro do Rio de Janeiro, para saudar a equipa campeã da Taça Libertadores de futebol.

Treinada pelo técnico português Jorge Jesus, a equipa ‘rubro-negra’, que tem 40 milhões de adeptos e é a mais conhecida do Brasil, venceu os argentinos do River Plate no sábado e tornou-se campeã da Libertadores 38 anos depois.

Enquanto esperavam a passagem da comitiva do ‘mengão’ num veículo dos bombeiros, os adeptos faziam a festa, a gritar pelo Flamengo, a sacudir bandeiras, a tocar instrumentos de percussão e a dançar.

Alexandre Henrique Teixeira Ribeiro, 38 anos, disse à Lusa que o título veio depois de “muita luta muita espera e muito sofrimento”.

“Hoje estamos a comemorar a vitória e uma guerra vencida. Comemorei a vitória do Flamengo ontem [no sábado] no Maracanã. O jogo foi duro e disputado, vencemos o River Plate, que chegou três vezes a finais da Libertadores nos últimos anos, não era qualquer equipa”, afirmou.

O adepto ‘rubro-negro’ disse estar otimista para o Mundial de Clubes, a disputar em dezembro, no Qatar, uma vez que não existem equipas imbatíveis.

“O futebol é jogado dentro do campo”, acrescentou referindo-se ao Liverpool, possível adversário do Flamengo na final da competição que será disputada no Qatar.

Bruno Quinelato, 28 anos, outro adepto do Flamengo, lembrou que não era nascido quando a equipa foi campeã da Libertadores pela primeira vez, em 1981, e disse querer que todos pudessem sentir-se como ele neste momento.

“Ser Flamengo é muito bom. Vi o jogo em casa, estava desesperado, mas acreditei até ao fim”, contou, antecipando, desde já, o título mundial.

Para Quinelato, a equipa do Flamengo mostrou que tem experiência e vincou que “dentro do campo são 11 jogadores contra 11 e o Flamengo vai vencer”.

Já Lohran Santos, 26 anos, afirmou, com um sorriso no rosto, que o triunfo “foi muito sofrido”, mas “foi muito gostoso”.

“Assisti ao jogo com a minha família. A reviravolta foi dura, mas o estilo de jogo do Flamengo é incansável. Nos últimos minutos, o River Plate cansou-se e o Flamengo pôde fazer o jogo dele. Será difícil vencer o Mundial, mas a esperança é a última a morrer”, concluiu.

O voo com a equipa carioca – que venceu no sábado a Taça Libertadores frente os argentinos do River Plate, por 2-1 — atrasou-se duas horas para partir de Lima, tendo chegado ao Rio de Janeiro perto das 11:00 locais (14:00 em Lisboa).

CYR // AMG

By Impala News / Lusa

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