Miguel Oliveira considera que “é uma pena não poder haver adeptos em Portimão”

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) considera que “á uma pena não haver adeptos em Portimão”, quando se disputar o Grande Prémio de Portugal de MotoGP, em 22 de novembro.

Miguel Oliveira considera que

Miguel Oliveira considera que “é uma pena não poder haver adeptos em Portimão”

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) considera que “á uma pena não haver adeptos em Portimão”, quando se disputar o Grande Prémio de Portugal de MotoGP, em 22 de novembro.

Numa conferência de imprensa de antevisão do GP da Europa da modalidade, a que a Lusa assistiu, o piloto de Almada sublinhou que, apesar disso, é preciso “manter uma atitude positiva e a motivação”.

“É uma pena não ter fãs na bancada em Portimão, algo que soubemos no sábado, que o primeiro-ministro bloqueou a possibilidade de ter adeptos. Temos de perceber e manter uma atitude positiva e motivação para correr ali”, disse o piloto da equipa Tech3, já em Valência, onde este fim de semana se disputa a 12.ª das 14 corridas da temporada, no circuito Ricardo Tormo.

Oliveira, cujo companheiro de equipa, o espanhol Iker Lecuona, falhará a corrida do fim de semana devido ao teste positivo do irmão, tendo de permanecer dez dias em isolamento, considera que “é uma pena para o Iker falhar esta prova, apesar de ter um teste negativo”.

Apesar dos esforços e recomendações da organização do campeonato, a cargo da empresa Dorna, para manter as equipas numa bolha fechada, o piloto português admite que não é fácil manter o isolamento.

“Somos sempre aconselhados a ficar na nossa bolha dentro do ‘paddock’. É muito difícil para toda a gente manter essa bolha fidedigna porque muitos saem para hotel, alguns não têm restaurantes e as equipas têm de sair”, explicou.

O piloto da KTM admite que “é duro” ficar durante tantos dias fechado nos circuitos, mas “os maiores prejudicados são os pilotos que, se tiverem um teste positivo, não podem correr”.

Sobre a corrida de domingo, em Valência, Miguel Oliveira explica que “é difícil fazer previsões do fim de semana ao nível de trabalho”, pois há “condições muito instáveis ao nível de meteorologia”.

“Temos de tentar fazer uma volta boa no sábado para não prejudicar corrida de domingo com uma má qualificação. Um bom resultado, e é sempre esse o nosso objetivo, é ficar dentro do top5”, concluiu.

O GP da Europa disputa-se domingo, mas, na sexta-feira, os pilotos têm duas sessões de treinos livres e, no sábado, mais duas sessões de treinos livres e uma de qualificação, para a corrida de domingo.

Com 11 provas já disputadas, o piloto português ocupa a décima posição, com 79 pontos.

AGYR // AJO

By Impala News / Lusa

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