Luís Godinho com proteção policial após ameaças de morte

O árbitro Luís Godinho recebeu ameaças de morte após o jogo das meias-finais da Taça de Portugal entre Sporting de Braga e FC Porto e foi escoltado até casa por elementos das forças policiais.

Luís Godinho com proteção policial após ameaças de morte

Luís Godinho com proteção policial após ameaças de morte

O árbitro Luís Godinho recebeu ameaças de morte após o jogo das meias-finais da Taça de Portugal entre Sporting de Braga e FC Porto e foi escoltado até casa por elementos das forças policiais.

Luís Godinho, árbitro de Évora, que apitou o polémico Sporting de Braga – FC Porto, a contar para a primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal, foi alvo de ameaças de morte, logo após o final do encontro.

Fonte do Conselho de Arbitragem (CA) relatou a situação e denunciou também a partilha de contactos telefónicos de árbitros, dirigentes e treinadores nas redes sociais, que, ao longo do dia, foram recebendo várias mensagens. Face à situação, Luís Godinho foi acompanhado pelas forças de segurança na viagem de regresso a casa e, durante o dia de ontem, continuou a receber proteção policial.

O árbitro fará participação junto das autoridades, para tentar encontrar os autores das ameaças, precisou a mesma fonte, que referiu ainda que o CA vai continuar a acompanhar de perto toda a situação. A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) também já solicitou uma reunião urgente com o Governo para identificar os responsáveis.

O jogo ficou marcado pela grave lesão de David Carmo, lance que ditou a expulsão de Luís Díaz (70), numa decisão polémica de Luís Godinho, após visionar as imagens, que motivou fortes protestos dos portistas. Uma agressão de Uribe a Esgaio provocou a expulsão do colombiano (90+7), tendo os ‘dragões’ terminado o jogo reduzidos a nove.

Após o encontro, Pinto da Costa, presidente do FC Porto, deixou duras críticas à equipa de arbitragem, liderada por Luís Godinho.

“Em relação às mensagens que recebi, algumas durante o jogo, para que a equipa abandonasse o terreno do jogo perante o que se estava a passar, quero pedir a todos os associados do FC Porto que mantenham a serenidade porque ninguém nos verga! Não é desta forma, como tem vindo a acontecer em relação às arbitragens com o FC Porto, que nos vão vergar”, afirmou numa declaração sem direito a perguntas na sala de imprensa do Estádio Municipal de Braga.

Apesar do apelo, a verdade é que vários edifícios da Sede da Liga e da Federação Portuguesa de Futebol acordaram pichados com ameaças.

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