Frederico Varandas é ouvido no DIAP sobre crimes imputados a Bruno de Carvalho

O Presidente do Sporting Clube de Portugal, Frederico Varandas, foi ouvido durante a manhã de hoje no Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa.

Frederico Varandas é ouvido no DIAP sobre crimes imputados a Bruno de Carvalho

Frederico Varandas é ouvido no DIAP sobre crimes imputados a Bruno de Carvalho

O Presidente do Sporting Clube de Portugal, Frederico Varandas, foi ouvido durante a manhã de hoje no Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa.

O hoje presidente do Sporting Clube de Portugal, Frederico Varandas, era o responsável clínico da equipa principal de futebol à data do ataque à Academia de Alcochete e deverá ter sido nessa condição que terá sido ouvido no DIAP.

Ao longo dos últimos dias tem sido sido veiculado que Jorge Jesus é uma testemunha que a procuradora Cândida Vilar vê como peça chave no processo. Deverá ter sido nessa mesma condição de testemunha que o agora líder dos leões terá prestado depoimentos, segundo as palavras de uma fonte do clube de Alvalade à Agência Lusa.

 

Varandas viveu de perto o terror

Frederico Varandas era, a 15 de maio, diretor clínico do clube e estava presente nas instalações da Academia do Sporting, em Alcochete, quando se deu o ataque à equipa de futebol por um grupo de cerca de 40 alegados adeptos encapuzados, que agrediram alguns jogadores, membros da equipa técnica e outros funcionários.

A GNR deteve no próprio dia 23 pessoas e efetuou, posteriormente, mais detenções, que elevaram para 40 o número de arguidos, 38 dos quais estão em prisão preventiva, suspeitos de terrorismo, ofensa à integridade física qualificada, ameaça agravada, sequestro e dano com violência.

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As detenções mais recentes ocorreram no domingo, do ex-presidente Bruno de Carvalho e do líder da claque Juventude Leonina, Nuno Mendes, conhecido por Mustafá, que saíram hoje em liberdade do Tribunal do Barreiro, sujeitos a apresentações diárias às autoridades.

 

Rescisões assombram contas do Leão

O ataque motivou o pedido de rescisão unilateral de contrato de nove futebolistas, alegando justa causa, alguns dos quais recuaram na decisão e continuam a representar o Sporting, e lançou o clube lisboeta em uma das maiores crises institucionais da sua história.

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Bruno de Carvalho, que à data dos acontecimentos liderava o Sporting, foi destituído em Assembleia Geral em 23 de junho e impedido de concorrer às eleições do clube de Alvalade, das quais Frederico Varandas saiu como novo presidente.

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