Diretor federativo de Cabo Verde destaca evolução do futebol no país

O diretor técnico nacional da Federação de Futebol Cabo-Verdiana, o português Pedro Figueiredo, vê o futebol em Cabo Verde a ter um desenvolvimento “excelente”, em entrevista à Lusa.

Diretor federativo de Cabo Verde destaca evolução do futebol no país

Diretor federativo de Cabo Verde destaca evolução do futebol no país

O diretor técnico nacional da Federação de Futebol Cabo-Verdiana, o português Pedro Figueiredo, vê o futebol em Cabo Verde a ter um desenvolvimento “excelente”, em entrevista à Lusa.

Aos 31 anos, o português que também trabalha na equipa técnica da seleção principal está a fazer um estágio, até domingo, junto do Manchester City e Liverpool, para poder “trazer conhecimentos” para o trabalho desenvolvido naquele país Lusófono.

Em Manchester, onde se encontra há uns dias, assistiu ao jogo entre United e City e vai contactar com a academia de formação dos ‘citizens’, campeões ingleses de futebol, antes de seguir para Liverpool, com plano similar.

Figueiredo, que trabalha sobretudo com o desenvolvimento e capacitação de treinadores e também as equipas sub-20 e sub-17, destaca um desenvolvimento “excelente e que só pode trazer coisas boas” no que toca ao futebol de formação.

“Desde as seleções nacionais mais jovens à educação dos treinadores. Estamos a desenvolver três centros de formação para o desenvolvimento de jovens jogadores, e há também a implementação, já este ano, da remodelação das competições nacionais para tornar o campeonato ainda mais competitivo”, relata.

Em suma, explica, “está a ser feito um trabalho de base em todo o futebol que pode trazer coisas boas a médio e longo prazo”.

“São coisas um bocadinho invisíveis e precisamos de tempo”, acrescenta.

Já na seleção principal, que viu sair o selecionador Rui Águas e o substituiu pelo cabo-verdiano Rui Brito, o esforço “muito grande” tem sido no sentido “de aumentar e ampliar cada vez mais o leque de jogadores selecionáveis”.

Pedro Figueiredo lembra que a federação reativou “os cursos de treinadores, parados desde 2016”, e tem aumentado o número de jogos e competições em sub-17 e sub-20.

Da experiência em Inglaterra, quer trazer ideias e estratégia para ir implementando no projeto cabo-verdiano, nomeadamente no que toca a esforços organizacionais, para entender como os poucos recursos podem ser contornados através de um modelo diferente, mas também no que toca a recursos humanos e tecnologia.

SIF // NFO

By Impala News / Lusa

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