Vlachodimos e Vertonghen aumentam lote de infetados no Benfica

O guarda-redes Vlachodimos e o defesa Vertonghen tiveram testes positivos para o coronavírus, aumentando para sete o número de casos de infeção no plantel de futebol do Benfica

Vlachodimos e Vertonghen aumentam lote de infetados no Benfica

Vlachodimos e Vertonghen aumentam lote de infetados no Benfica

O guarda-redes Vlachodimos e o defesa Vertonghen tiveram testes positivos para o coronavírus, aumentando para sete o número de casos de infeção no plantel de futebol do Benfica

O guarda-redes Vlachodimos e o defesa Vertonghen tiveram testes positivos para o coronavírus, que provoca a covid-19, aumentando para sete o número de casos de infeção no plantel de futebol do Benfica, informou hoje o clube lisboeta. “O Sport Lisboa e Benfica informa que Odysseas e Vertonghen tiveram resultados positivos nos testes de diagnóstico covid-19 realizados no futebol profissional”, referem os ‘encarnados’, numa curta nota divulgada no site oficial. O guardião grego e o central belga juntam-se, assim, a Svilar, Pizzi, Meite, Radonjic e Yaremchuk entre os casos de infeção com o SARS-CoV2 já comunicados pelas ‘águias’, todos eles indisponíveis para a receção ao Paços de Ferreira, no domingo, a contar para a 17.ª jornada da I Liga. Sem Vlachodimos e Svilar, que tem atuado pela equipa B, o Benfica tem à disposição apenas um dos guarda-redes do plantel principal, o brasileiro Helton Leite, pelo que se abre a possibilidade de o jovem japonês Léo Kokubo, que tem treinado com os seniores, ser chamado para o encontro com os pacenses.

A covid-19 provocou 5.470.916 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse. Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.071 pessoas e foram contabilizados 1.577.784 casos de infeção com o coronavírus, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde. Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

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