Covid-19: Campeonato Africano das Nações adiado indefinidamente

O Campeonato Africano das Nações (CHAN), apenas para jogadores residentes em África, previsto para abril nos Camarões, foi hoje adiado indefinidamente devido à pandemia de Covid-19, anunciou hoje a Confederação Africana de Futebol (CAF).

Covid-19: Campeonato Africano das Nações adiado indefinidamente

Covid-19: Campeonato Africano das Nações adiado indefinidamente

O Campeonato Africano das Nações (CHAN), apenas para jogadores residentes em África, previsto para abril nos Camarões, foi hoje adiado indefinidamente devido à pandemia de Covid-19, anunciou hoje a Confederação Africana de Futebol (CAF).

O evento, que reúne 16 seleções a cada dois anos, e que estava previsto realizar-se de 04 a 25 de abril, acaba por ser suspenso após uma avaliação médica da situação nos Camarões, onde foram relatados 10 casos de Covid-19.

“Embora os Camarões considerem que a situação está sob controlo no país, a crise ainda não está estabilizada em África e é muito difícil prever a sua evolução nos próximos dias”, justificou a CAF.

Esta decisão segue-se a uma outra tomada pela CAF de suspender duas rondas eliminatórias para a Taça das Nações Africanas (CAN) de 2021.

Contribuíram também para esta medida o encerramento de fronteiras, interrupções de ligações aéreas, restrições de segurança contra o Covid-19 impostas a todos os agentes desportivos e as dificuldades de viajar e riscos de segurança para os adeptos.

O CHAN ia testar também a capacidade dos Camarões para receberem a Taça das Nações Africanas, o principal evento do Continente, a partir de 24 de janeiro. Em 2019 o país estava demasiado atrasado nos preparativos e a competição teve de ser transferida para o Egito.

O coronavírus responsável pela pandemia da Covid-19 infetou mais de 180 mil pessoas, das quais mais de 7.000 morreram. Das pessoas infetadas em todo o mundo, mais de 75 mil recuperaram da doença.

O surto começou na China, em dezembro, e espalhou-se por mais de 145 países e territórios, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia.

Depois da China, que regista a maioria dos casos, a Europa tornou-se o epicentro da pandemia, com mais 67 mil infetados e pelo menos 2.684 mortos, o que levou vários países a adotarem medidas excecionais, incluindo o regime de quarentena e o encerramento de fronteiras.

Em Portugal há 448 pessoas infetadas, segundo o mais recente boletim diário da Direção-Geral da Saúde, mais 117 do que na segunda-feira, dia em que se registou a primeira morte no país.

RBA // NFO

By Impala News / Lusa

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