Concurso de Saltos de Lisboa chega hoje à 100.ª edição com “expectativa enorme”

O Concurso de Saltos Internacional de Portugal, um dos mais antigos do mundo, chega hoje, em Lisboa, à 100.ª edição, para a qual há uma “expectativa enorme” dado o alto nível competitivo nacional e internacional.

Concurso de Saltos de Lisboa chega hoje à 100.ª edição com

Concurso de Saltos de Lisboa chega hoje à 100.ª edição com “expectativa enorme”

O Concurso de Saltos Internacional de Portugal, um dos mais antigos do mundo, chega hoje, em Lisboa, à 100.ª edição, para a qual há uma “expectativa enorme” dado o alto nível competitivo nacional e internacional.

“A expectativa é enorme, sendo esta a 100.ª edição deste concurso. Com os cavaleiros que temos presentes, espera-se um alto nível competitivo, e para Portugal, a expectativa é também enorme, em virtude de termos ganho a Taça das Nações na última edição, bem como o Grande Prémio na edição de 2019”, explica à Lusa o presidente da Federação Equestre Portuguesa, Bruno Rente.

Com cerca de 100 cavaleiros, representando mais de uma dezena de países, os olhares do evento, que decorre até domingo na Sociedade Hípica Portuguesa, recaem sobre várias figuras tanto do panorama nacional como do internacional, como o olímpico belga Ludo Philippaerts.

Na Taça das Nações, participará uma equipa portuguesa, composta por Mandy Mendes Costa, Adir Dias de Abreu, António Matos de Almeida, Duarte Seabra e Mário Prieto.

Ao todo, há três provas que pontuam para o ‘ranking’ mundial da Federação Equestre Internacional (FEI), numa altura em que se vive já em ciclo qualificativo, não só para os Jogos Olímpicos Paris2024, como para Europeus e Mundiais, com Lisboa a atribuir pontuação para esses desígnios.

Uma das provas mais antigas do calendário equestre internacional, e o CSIO mais antigo do mundo realizado no mesmo local, segundo a organização, passou “alguma dificuldade nestes anos de confinamento”, devido à pandemia de covid-19.

Por outro lado, “o desporto equestre está num bom momento” no país, descreve o dirigente federativo, tanto em atletas federados como no alto rendimento, com “vitalidade” em torno da 100.ª edição.

O evento contará ainda com “um ciclo de homenagens a antigos cavaleiros”, aponta Bruno Rente, entre eles Francisco Caldeira, ainda no ativo, 50 anos depois da participação nos Jogos Olímpicos Munique1972.

O CSIO de Lisboa será a quarta etapa da série mundial, depois de Mannheim, Aalborg e Bratislava, com o Grande Prémio a funcionar como qualificativo para o Europeu em Herning, na dinamarca, estando marcado para domingo.

Este é o primeiro CSIO de três estrelas em Portugal, com o segundo agendado para novembro, em Vilamoura.

SIF // PFO

By Impala News / Lusa

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