Cartão vermelho: Benfica Bem Maior quer venda de 25% do capital social da SAD suspensa

O movimento Benfica Bem Maior solicitou hoje aos órgãos sociais do clube que tomem de imediato todas as medidas necessárias para suspender a venda de 25% do capital social da SAD ‘encarnada’.

Cartão vermelho: Benfica Bem Maior quer venda de 25% do capital social da SAD suspensa

Cartão vermelho: Benfica Bem Maior quer venda de 25% do capital social da SAD suspensa

O movimento Benfica Bem Maior solicitou hoje aos órgãos sociais do clube que tomem de imediato todas as medidas necessárias para suspender a venda de 25% do capital social da SAD ‘encarnada’.

O movimento Benfica Bem Maior solicitou hoje aos órgãos sociais do clube que tomem de imediato todas as medidas necessárias para suspender a venda de 25% do capital social da SAD ‘encarnada’.

“Solicitar aos atuais órgãos sociais que tomem de imediato todas as medidas necessárias para suspender a venda de 25% do capital social da SAD nos termos dados a conhecer pela CMVM, até que novos órgãos sociais tomem posse no clube e este designe novos representantes no Conselho de Administração da SAD”, pode ler-se na nota emitiada por aquele movimento.

É igualmente solicitado que seja impedida “uma tomada de posição qualificada no capital da SAD, que pode configurar uma decisão hostil ou não solicitada”.

Na nota, aquele movimento mostra o seu agrado com a decisão dos órgãos sociais de marcação de eleições antecipadas no decorrer deste ano, reitera a importância da revisão imediata do regulamento eleitoral atendendo à brevidsade do próximo ato eleitoral e reconhece legitimidade aos atuais órgãos sociais “para praticarem todos os atos necessários a assegurar a sustentabilidade financeira e desportiva do clube neste período difícil, bem como serem criadas todas as condições para se obter o sucesso desportivo esperado”.

Na terça-feira, após reunião da direção, liderada por Rui Costa, que sucedeu ao autossuspenso Luís Filipe Vieira, o clube anunciou a intenção de convocar eleições para os órgãos sociais, que deverão “ocorrer até ao final do corrente ano”.

Luís Filipe Vieira, que suspendeu funções na presidência do Benfica, foi um dos quatro detidos numa investigação que envolve negócios e financiamentos superiores a 100 milhões de euros, com prejuízos para o Estado, SAD do clube e Novo Banco.

Vieira, que está em prisão domiciliária até à prestação de uma caução de três milhões de euros, e proibido de sair do país, está indiciado por abuso de confiança, burla qualificada, falsificação de documentos, branqueamento de capitais, fraude fiscal e abuso de informação.

Segundo o Ministério Público, o empresário provocou prejuízos ao Novo Banco de, pelo menos, 45,6 milhões de euros, compensados pelo Fundo de Resolução.

No mesmo processo foram detidos, para primeiro interrogatório judicial, o seu filho Tiago Vieira, o agente de futebol e advogado Bruno Macedo e o empresário José António dos Santos, todos indiciados por burla, falsificação de documentos, branqueamento de capitais e fraude fiscal.

O antigo futebolista Rui Costa, vice-presidente na direção de Vieira, assumiu a liderança do clube e da SAD.

 

 

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