Bruno de Carvalho vive a calmantes e antidepressivos dentro da prisão

Apesar de, segundo a sua irmã, Bruno de Cavalho se encontrar ‘ativo’ e ‘motivado’, o presidente está debaixo de forte de medicação.

Bruno de Carvalho vive a calmantes e antidepressivos dentro da prisão

Bruno de Carvalho vive a calmantes e antidepressivos dentro da prisão

Apesar de, segundo a sua irmã, Bruno de Cavalho se encontrar ‘ativo’ e ‘motivado’, o presidente está debaixo de forte de medicação.

Ao longo dos últimas semanas, muito antes até da sua detenção no passado domingo, dia 11 de novembro, Bruno de Carvalho tem estado debaixo de forte medicação.

Nas buscas que a Guarda Nacional Republicana fez à sua residência no Lumiar, foi encontrado um grande número de caixas de antidepressivos, assim como de calmantes, e esses medicamentos têm ‘acompanhado’ a presença do ex-presidente dos leões durante a estadia no posto da GNR em Alcochete.

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Bruno de Carvalho recebe ‘benefícios’

Para além dos medicamentos, também o tabaco acompanha o antigo líder do Sporting nas instalações policiais. Segundo o Correio da Manhã, é permitido que Bruno de Carvalho saia da sua cela e que vá fumar numa área aberta várias vezes ao dia.

Outra benesse que é dada ao empresário são as visitas que o seu advogado, irmã e até os seus pais já fizeram à GNR de Alcochete. Ao contrário do que normalmente acontece, tem sido permitido a BdC receber visitas durante a detenção, algo que normalmente só é permitido quando os detidos passam à condição de prisão preventiva, já em estabelecimentos prisionais e não nas esquadras ou em postos da GNR.

 

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Advogado e irmã fazem queixas

Apesar destes ‘benefícios’ dados a Bruno de Carvalho, o advogado de defesa do ex-presidente leonino, José Preto, afirmou publicamente que o tratamento que o seu cliente teria por parte da GNR não era o melhor, algo que vai de encontro às palavras de Alexandra Carvalho, irmã do detido, que se queixou da falta de condições da cela e que Bruno de Carvalho não tinha sequer forma de tomar duche.

 

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A procuradora responsável pelo processo do ataque a Alcochete no dia 15 de Maio, Cândida Vilar, já fez questão de se dirigir ao posto da GNR para confirmar as condições do cárcere do antigo dirigente do clube de Alvalade, mas a noite passada deverá ter sido a última de BdC no posto da GNR de Alcochete.

 

 

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