Bruno de Carvalho solidário com Marega, Pinto da Costa e o FC Porto

No dia em que o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, testemunha a favor do antigo presidente do Sporting, ganham eco as palavras de Bruno de Carvalho ao lado de Marega contra o racismo no desporto.

Bruno de Carvalho solidário com Marega, Pinto da Costa e o FC Porto

No dia em que o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, testemunha a favor do antigo presidente do Sporting, ganham eco as palavras de Bruno de Carvalho ao lado de Marega contra o racismo no desporto.

Antigo presidente do Sporting Clube de Portugal, Bruno de Carvalho manifesta «solidariedade para com o FC Porto», «nas pessoas do seu presidente, treinador e atletas». O apoio ganha eco no dia em que Pinto da Costa, líder dos dragões, testemunha pela defesa do ex-presidente dos leões, julgado pela autoria moral do ataque à Academia do Sporting por membros da Juventude Leonina.

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Bruno de Carvalho condena «comportamento de adeptos radicais que prejudicam o futebol»

Bruno de Carvalho presta «apoio total a Marega», «ofendido durante grande parte do jogo» em Guimarães. Para o presidente leonino expulso da presidência do clube pelos sócios sportinguistas, «Marega obrigou todos os que gravitam à volta do mundo do futebol a falar sobre o assunto». O ex-líder do clube verde e branco está também de acordo com a «condenação total do comportamento de adeptos radicais dos clubes que prejudicam o futebol e que desvirtuam tudo aquilo que o Desporto deve ser e representar».

Ex-presidente do Sporting solidário também para com o Vitória de Guimarães

Bruno de Carvalho endereça ainda «uma palavra de compreensão pelas intervenções, após o jogo, de André André e Ivo Vieira». «Não me esqueço do que aconteceu na Academia de Guimarães em janeiro de 2018 e de como dirigentes, treinadores, atletas e staff foram deixados ao abandono após terem sido gravemente agredidos.»

Condenação às maiores figuras do Estado por «ato de preconceito»

A finalizar o comunicado deixado nas redes sociais, considera o presidente julgado pelo ataque à Academia do Sporting que «a escolha a dedo por parte das maiores figuras do Estado português, de intervenção apenas nas situações em que a sua agenda lhes convém, também é um acto de preconceito que devemos banir da nossa sociedade».

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