Alcochete. Bruno de Carvalho ilibado pelo Ministério Público

Ministério Público emitiu o mesmo parecer relativamente a Mustafá e a Bruno Jacinto.

Alcochete. Bruno de Carvalho ilibado pelo Ministério Público

Alcochete. Bruno de Carvalho ilibado pelo Ministério Público

Ministério Público emitiu o mesmo parecer relativamente a Mustafá e a Bruno Jacinto.

O Ministério Público concluiu, esta quarta-feira, que Bruno de Carvalho não esteve por detrás do que aconteceu em Alcochete decidindo, assim, ilibar o ex-presidente do Sporting, avança o Expresso. Nas alegações finais do processo de Alcochete, o Ministério Público admitiu não ter quaisquer provas de que o antigo líder dos Leões foi o autor moral do ataque, em maio de 2018.

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O órgão constitucional considerou o mesmo parecer relativamente e Mustafá, o líder da Juve Leo, e a Bruno Jacinto, o oficial de ligação aos adeptos do clube de Alvalade.

Ministério Público não tem dúvidas sobre finalidade da visita à Academia

«Em julgamento, não se fez prova de que o arguido (Bruno de Carvalho) tenha dado directivas para esses actos», justifica o Ministério Público, em tribunal. «Não se provou que as críticas expressas pelo arguido à equipa de futebol tenham incentivado os adeptos a fazerem os actos», afirmou a procuradora Fernanda Matias que acrescentou ainda não ser possível ver uma «relação causa-efeito entre a expressão ‘façam o que quiserem’ e os atos na Academia».

Acerca das agressões, o órgão constitucional considerou terem sido provados todos os crimes de acusação e diz não ter dúvidas sobre a finalidade da visita à Academia. «As mensagens dos grupos WhatsApp não deixam dúvidas sobre a finaldiade da visita. «Rúben Marques, justiça lhe seja feita, foi o único arguido a assumir que a finalidade da visita era bater nos jogadores, mas ficou claro que as intenções eram do conhecimento geral dos indivíduos que faziam parte dos grupos. Os 37 arguidos que entraram na ala profissional da Academia aderiram conscientemente ao plano», afirmou a procuradora.

Ainda segundo o Ministério Público, as agressões aos jogadores e respetiva equipa técnica foram provadas, tendo atribuído as mais graves ao arguido Rúben Marques, autor das agressões a Bas Dost, Jorge Jesus, Raúl José e Misic.

Texto: Joana Ferreira

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